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Airbourne - No Guts. No Glory. [2010]


CONFIRAM ANTES QUE FORÇAS SUPREMAS MANDEM PARA O BELELÉU!

O álbum sai daqui 4 dias na Austrália, mas na Combe sempre chega antes. "No Guts. No Glory." é o segundo full-length da modesta porém excelente discografia do Airbourne, grupo que muitos julgam ser apenas uma imitação de AC/DC mas que eu acho que vai muito além disso.

O material para o play já começou a ser feito pelo quarteto australiano logo no começo do ano passado, mas sem deixar a estrada - tanto que, por conta disso, os fãs mais afoitos devem conhecer a faixa de abertura, "Born To Kill", que já foi tocada ao vivo pelo Airbourne antes do lançamento.

Sem muita complexidade e encheção de linguiça em seu som, "No Guts. No Glory." é uma perfeita continuação para o trabalho já feito pelo Airbourne, pois segue o estilo abordado anteriormente: vocais ainda rasgados de Joel O'Keefle, composições divertidas e diretas, cozinha bem tocada por Justin Street (baixista) e Ryan O'Keefle (baterista) e guitarras com a essência perfeitamente roqueira compostas por Joel (solo) e David Roads (base).


Não há nenhum destaque em particular, pois este é um genuíno álbum de Rock n' Roll, desde a magnífica e já citada paulada de abertura, "Born To Kill" (de excelente letra, por sinal) até o fechamento com a forte e rápida "Back On The Bottle".

De fato, "No Guts. No Glory." tem tudo para não apenas repetir mas expandir o sucesso de seu antecessor, "Runnin' Wild", que atingiu boas vendas e, consequentemente, boas posições nas paradas americanas (106ª), inglesas (62ª) e australianas (21ª) para um debut de Hard Rock a-la anos setenta. Não percam tempo e confiram já!

01. Born To Kill
02. No Way But The Hard Way
03. Blonde, Bad And Beautiful
04. Raise The Flag
05. Bottom Of The Well
06. White Line Fever
07. It Ain't Over Till It's Over
08. Steel Town
09. Chewin' The Fat
10. Get Busy Livin'
11. Armed & Dangerous
12. Overdrive
13. Back On The Bottle

Joel O'Keefle - vocal, guitarra solo
David Roads - guitarra base, backing vocals
Justin Street - baixo, backing vocals
Ryan O'Keefle - bateria

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(42,6mb ~ 128kbps)

by Silver

Warrant - Live In Long Island [1990]


De fato, o álbum "Cherry Pie" foi um sucesso. Ninguém esperava que o Warrant poderia não apenas repetir mas expandir o bom resultado em "Dirty Rotten Filthy Stinking Rich", mas eis que a banda conseguiu.

E como um grande play merece uma grande turnê, o Warrant passou mais de um ano na estrada para divulgar o disco. A turnê passou inicialmente pelos Estados Unidos com o Poison mas, após uma briga entre as duas bandas, teve fim e se extendeu pela Europa com David Lee Roth (até Jani Lane fraturar umas costelas, o que cancelou a excursão) e pelo Japão (que rendeu esse baita registro que pode ser conferido clicando AQUI), depois voltando para os EUA para ser headline da "Blood, Sweat & Beers Tour", com abertura de Firehouse e Trixter.

O registro que trago-vos nessa postagem foi extraído da primeira parte da Cherry Pie Tour, mais exatamente em um concerto na ilha de Long Island, que contou com o Poison até que os egos não permitissem mais (risos). Repertório bacana, muita interação com a platéia, presença de palco incrível, execução maravilhosa e muita, mas muita energia. Os caras não deixam cair a peteca em momento algum!

Vale o destaque para a presença dos covers de "Rock Steady" (Bad Company) e "Train, Train" (Blackfoot), além das execuções sempre excelentes de "I Saw Red", "Sometimes She Cries", "Down Boys", "Uncle Tom's Cabin" e das radiofônicas "Cherry Pie" e "Heaven". E por falar em rádio, a qualidade de som do registro está excelente, já que o som foi captado por uma rádio FM local. Sem mais delongas, divirtam-se!

  1. So Damn Pretty (Should Be Against The Law)
  2. D.R.F.S.R.
  3. Down Boys
  4. Sometimes She Cries
  5. Love In Stereo
  6. Song And Dance Man
  7. I Saw Red
  8. 32 Pennies
  9. Uncle Tom's Cabin
  10. Guitar Solo + Sure Feels Good To Me
  11. Sure Feels Good To Me (Cont.)
  12. Cherry Pie
  13. Heaven
  14. Rock Steady (Bad Company cover)
  15. Train, Train (Blackfoot cover)
  16. Tush (ZZ Top cover - CUT)

Jani Lane - vocal, violão
Erik Turner - guitarra, backing vocals
Joey Allen - guitarra, backing vocals
Jerry Dixon - baixo, backing vocals
Steven Sweet - bateria, backing vocals
Scott Warren - teclados, backing vocals

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(66,9mb ~ 128kbps)

by Silver

Rainbow - Straight Between The Eyes [1982]


Após a saída do vocalista Ronnie James Dio, o Rainbow do lendário guitarrista Ritchie Blackmore passou por severas mudanças, tanto em sua sonoridade quanto em sua "crew" de músicos. De um Hard Rock semi-hippie a um Pop Metal nos moldes do AOR, a trupe do Blackmore contou com diversos músicos até chegar na formação do álbum que trago-vos nessa postagem. Mas tenho que admitir que essa line-up nos presenteou com um verdadeiro petardo.

Lançado em junho de 1982, "Straight Between The Eyes" é o sexto play da carreira do Rainbow. Aqui, o potencial da banda é elevado ao máximo: as composições atingiram o extremo de harmonia e coesão, as execuções são simplesmente perfeitas e este, por mais que contestem, é definitivamente o álbum de maior sucesso de sua discografia, fazendo com que o público massivo deixasse de associar o grupo como apenas um projeto solo de Ritchie Blackmore.

Contando desde o antecessor "Difficult To Cure" com Joe Lynn Turner nos (magníficos) vocais, Roger Glover (companheiro de Ritchie no Deep Purple) no baixo e Bobby Rondinelli na bateria, a única alteração feita na line-up para "Straight Between The Eyes" foi a entrada do tecladista David Rosenthal no lugar de Don Airey.


Ao meu ver, Turner se mostra muito melhor neste play, já que participou diretamente do processo de composição (em seu antecessor, Joe apenas regravou as linhas de voz), enquanto a dupla "purpleana" Blackmore/Glover se mostra mais impecável do que nunca, além de Rosenthal e Rondinelli apresentarem um ótimo trabalho, como de praxe.

Como dito anteriormente, a sonoridade mudou. Nada que alterasse a essência, mas o direcionamento comercial é notável por aqui, já que os teclados se ambientalizaram mais (mas ainda permitindo os clássicos duelos guitarra/teclado) e há maior presença de baladas. Em "Straight Between The Eyes", tem-se um Hard Rock melódico, bebendo nas melhores fontes do AOR, não sendo surpresa o fato de ter uma forte repercussão não só no Reino Unido (11ª posição nas paradas), mas como nos Estados Unidos e no Japão.

Tudo isso se deve, principalmente, ao single "Stone Cold", belíssima balada que foi o carro-chefe do álbum nas paradas de sucesso de vários países, merecendo, assim, estar nos destaques juntamente das pauleiras "Rock Fever" e "Death Alley Driver", das grudentas "Miss Mistreated" e "Bring On The Night" e da também linda balada "Tearin' Out My Heart". Confiram sem medo, caros leitores!

01. Death Alley Driver
02. Stone Cold
03. Bring On The Night (Dream Chaser)
04. Tite Squeeze
05. Tearin' Out My Heart
06. Power
07. Miss Mistreated
08. Rock Fever
09. Eyes Of Fire

Joe Lynn Turner - vocal
Ritchie Blackmore - guitarra
Roger Glover - baixo, backing vocals
Bobby Rondinelli - bateria
David Rosenthal - teclados, backing vocals

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(37,4mb ~ 128kbps)

by Silver

Krokus - Hoodoo [2010]


"Hoodoo" é o novo lançamento do Krokus, que chegou às lojas há dois dias (26 de fevereiro). Provavelmente não será muito falado pela América, mas vale lembrar que o grupo é sucesso em sua terra natal, Suíça. Seguindo não apenas o antecessor "Hellraiser" mas todos os seus maravilhosos plays, o décimo-sexto da carreira da banda fez mais que o dever de casa.

Em pleno 2010, não é fácil de acreditar que um disco como "Hoodoo" seja novo. Do início ao fim, o álbum é uma viagem ao tempo, com canções bem vintage e a perfeita fórmula do Rock N' Roll clássico: instrumental simples, riffs certeiros, solos impecáveis e cheios de feeling, refrães magníficos e voz desleixada no maior estilo Bon Scott. Inclusive, é impossível não se lembrar do AC/DC dos anos 1970 ao ouvir este disco.

Não espere nada modernoso demais em "Hoodoo" - apesar da ótima produção, que seria mais difícil de se obter em décadas passadas, o Krokus nunca fez questão de se adequar às contemporaneidades sonoras. Talvez seja por isso que, até agora, no meu ranking, é um forte candidato para ser um dos melhores do ano.

É realmente difícil destacar algo ao longo do play, mas as excelentes "Drive It In", "Shot Of Love", "Rock N' Roll Handshake" e o cover "Born To Be Wild", clássico do Steppenwolf, merecem citações.

Caro leitor, um pouco de diversão genuinamente roqueira pode ser alcançada com o simples clique na palavra "Download", logo abaixo. Tá esperando o que?

01. Drive It In
02. Hoodoo Woman
03. Born To Be Wild
04. Rock N' Roll Handshake
05. Ride Into The Sun
06. Too Hot
07. In My Blood
08. Dirty Street
09. Keep Me Rolling
10. Shot Of Love
11. Firestar

Marc Storace - vocals
Fernando von Arb - guitarra, backing vocals
Mark Kohler - guitarra, backing vocals
Chris von Rohr - baixo, backing vocals
Freddy Steady - bateria

DOWNLOAD
(99,6mb ~ 320kbps)

by Silver

Van Halen - Live At Jacksonville, FL [2008]


Admito que eu, como fã incondicional de Van Halen, não recebi muito bem a notícia da saída do lendário baixista Michael Anthony para a entrada do filho de Eddie Van Halen, Wolfgang. Com o tempo, deu pra acostumar com o pequeno Wolfie, mas o registro dessa postagem foi decisivo para que eu aprovasse a substituição que, mesmo triste, acabou acontecendo.

Este concerto se deu no dia 16 de fevereiro de 2008 na Veterans Memorial Arena da cidade de Jacksonville, Flórida, e fez parte da turnê norte-americana de reunião com o vocalista David Lee Roth, afastado do Van Halen por 23 anos (com exceção da reunião ocorrida no MTV Video Music Awards mas que não durou um dia sequer).

A idade impressiona pelos dois lados da moeda. É incrível ver que Eddie, Alex e David continuam muito competentes, com execuções perfeitas e fôlego pra deixar muitos jovens no chão. E é ótimo notar que Wolfgang, mesmo novo, conseguiu fazer tudo direitinho - além de ser um ótimo baixista, não deixou a desejar nos backing vocals, tarefa difícil que Michael realizava com perfeição mas que Wolfie fez sem deixar cair a peteca.


O repertório, que conta com mais de duas horas de Rock n' Roll de melhor qualidade, é recheado de clássicos do início ao fim. O essencial da carreira do Van Halen com David Lee Roth está aqui, com petardos que nem precisam ser citados pois já são notáveis logo quando se bate o olho na set-list, logo abaixo.

Vale lembrar que a qualidade de som está muito boa, não é uma captura de mesa de som mas está perfeita: sem quaisquer tipos de ruídos, com todos os instrumentos audíveis e um bom volume. Em uma escala de um a dez, a gravação ganha nota oito com louvor. Pepita!!

CD 1:
01. You Really Got Me
02. I'm The One
03. Runnin' With The Devil
04. Romeo Delight
05. Somebody Get Me A Doctor
06. Beautiful Girls
07. Dance The Night Away
08. Atomic Punk
09. Everybody Wants Some
10. So This Is Love
11. Mean Street
12. Pretty Woman
13. Alex Van Halen Drum Solo

CD 2:
01. Unchained
02. I'll Wait
03. And The Cradle Will Rock...
04. Hot For Teacher
05. Little Dreamer
06. Little Guitars
07. Jamie's Cryin'
08. Ice Cream Man
09. Panama
10. Eddie Van Halen Guitar Solo
11. Ain't Talkin' About Love
12. Crowd
13. Cathedral
14. Jump

David Lee Roth - vocal
Eddie Van Halen - guitarra, backing vocals
Wolfgang Van Halen - baixo, backing vocals
Alex Van Halen - bateria, percussão

DOWNLOAD - CD 1
(57,3mb ~ 128kbps)

DOWNLOAD - CD 2
(61,7mb ~ 128kbps)

by Silver

Firehouse - Good Acoustics [1996]


A competência do Firehouse é inegável. Mesmo com a onda grunge e alternativa que tomou o mundo da música na década de 1990, o grupo norte-americano conseguiu se manter com a proposta de fazer Hard Rock com influências oitentistas.

Os dois primeiros trabalhos foram tão aclamados que, acredita-se que, juntos, venderam mais dois milhões de exemplares apenas nos Estados Unidos. Sem contar que a banda faturou o American Music Awards (AMAs) de 1992, desbancando o Nirvana e o Alice In Chains, concorrentes ao prêmio que dominavam as rádios no momento.

O terceiro do quarteto não teve o mesmo sucesso nos Estados Unidos mas garantiu a popularidade fora da América do Norte, já que foi aclamado em alguns países da Ásia como Japão e Malásia, bem como na América do Sul, onde o grupo passou para divulgar seu trabalho no programa da Xuxa. (risos)


Dando continuidade ao Hard Rock que flertava um pouco mais para o Pop no terceiro álbum da banda, "Good Acoustics" foi lançado em outubro de 1996. Como o nome diz, é um play inteiramente acústico, que conta com sete regravações de canções já lançadas pelo Firehouse, três faixas inéditas (as três primeiras da lista de faixas logo abaixo) e uma versão de "Seven Bridges Road", originalmente de Steve Young mas popularizada pelo The Eagles.

O sucesso na Ásia se prolongou com o disco, garantindo disco de ouro em mais de cinco países da área, como Malásia, Tailândia e Filipinas, além de uma turnê de sucesso pelo continente.

Se já é previsível que baladas no maior estilo "farofa" sejam excelentes, em formato acústico a previsão é mais certeira ainda. Tudo é excepcional por aqui: a belíssima e forte voz de C.J. Snare, os fantásticos violões de Bill Leverty, a cozinha precisa do baixista Perry Richardson e do baterista Michael Foster, a produção suave, a execução de forma geral e as maravilhosas composições, assinadas em sua maioria pela eficiente dupla Snare/Leverty.

Além das inéditas e do excelente cover, meus destaques pessoais vão para as versões de "All She Wrote", "Don't Treat Me Bad" e a balada arrasa-quarteirões "I Live My Life For You". Aqui está uma pepita que merece seu download E SEU COMENTÁRIO, caro leitor!

01. You Are My Religion
02. Love Don't Care
03. In Your Perfect World
04. No One At All
05. Love Of A Lifetime
06. All She Wrote
07. When I Look Into Your Eyes
08. Don't Treat Me Bad
09. Here For You
10. I Live My Life For You
11. Seven Bridges Road (Steve Young cover)

C.J. Snare - vocal
Bill Leverty - violão, backing vocals
Perry Richardson - baixolão, backing vocals
Michael Foster - bateria, percussão, backing vocals

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(59,8mb ~ 192kbps)

by Silver

Gary Moore - We Want Moore! [1984]


Durante a turnê para o excelente "Victims Of The Future", o guitarrista Gary Moore decidiu lançar seu terceiro álbum ao vivo, que foi gravado em quatro noites do ano de 1984: Londres (11 de fevereiro), Glasgow (14 de fevereiro), Tóquio (29 de fevereiro) e Detroit (23 de junho). Assim se deu "We Want Moore!", um bárbaro registro de uma ótima fase de sua carreira.

O irlandês, que ainda batalhava por um lugar ao sol como artista solo, já havia feito história com seu único disco gravado com o Thin Lizzy ("Black Rose: A Rock Legend") e com sua participação em "Still In Love With You", do álbum "Nightlife", também do Lizzy. E, de fato, viria a fazer mais história com sua excelentíssima carreira solo.

Aqui o caro ouvinte encontra um Hard Rock certeiro com um pé no Classic Rock e no Blues, com direito a composições de se tirar o folêgo, peso elementar e algumas pitadas de 80's Hard/Heavy, mas nada muito discrepante.

Em plena forma, Gary Moore está simplesmente mandando muito bem neste registro! Tanto na guitarra, com solos maravilhosos e criatividade fantástica, quanto nos vocais, com grandioso alcance e característico timbre, Moore realmente impressiona durante os 66 minutos de play, sem exageros.


A banda de apoio, liderada pelo multi-instrumentista Neil Carter, também merece ser mencionada por sua solidez e competência. A mesma conta com o lendário baterista Ian Paice na maioria das faixas deste registro, em concertos realizados pouco antes de sair para a reunião do Deep Purple, alguns meses depois.

O repertório foi baseado principalmente nos dois álbuns lançados anteriormente pelo irlandês: o já citado "Victims Of The Future" e seu respectivo antecessor, "Corridors Of Power". Ao meu ver, captou o melhor da carreira solo de Gary até então, com petardos do nível de "Cold Hearted" (com solos excelentes), "Empty Rooms" e da matadora abertura "Murder In The Skies". Só uma exceção foi feita para a clássica "Back On The Streets, do álbum de mesmo nome lançado em 1978.

Além das canções anteriormente citadas, é digno falar do cover "Shapes Of Things" do The Yardbirds, de "End Of The World" e do belo fechamento do play com o hino "Rockin' And Rollin'". Discão!

01. Murder In The Skies
02. Shapes Of Things (The Yardbirds cover)
03. Victims Of The Future
04. Cold Hearted
05. End Of The World
06. Back On The Streets (não é do mesmo show mas serve como uma prévia)
07. So Far Away
08. Empty Rooms
09. Don't Take Me For A Loser
10. Rockin' And Rollin'

Gary Moore - vocal, guitarra solo
Neil Carter - guitarra, teclados, backing vocals
Craig Gruber - baixo
Ian Paice - bateria

Músicos adicionais:
Bobby Chouinard - bateria em 2, 3 e 9
Jimmy Nail - vocal adicional em 10

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(60,7mb ~ 128kbps)

by Silver

Eric Singer Project - Lost & Spaced (Reissue) [1999]


Pode-se considerar o Eric Singer Project como o primeiro projeto em que o baterista Eric Singer tocou sem ser apenas um músico contratado após sua saída do Kiss. Já com um currículo de respeito, constando trabalhos com Black Sabbath, Lita Ford, Badlands e os já citados mascarados de Nova Iorque, eis que Singer elaborou o grupo com o intuito de tocar apenas covers, misturando diversão com trabalho.

Lançado em outubro de 1998, "Lost & Spaced" conta com o talento de Singer e de alguns amigos que participaram da gravação, como John Corabi (Mötley Crüe, Ratt, Union, The Scream), Bruce Kulick (Kiss, Union, Blackjack, KKB) e Karl Cochran (Joe Lynn Turner), além da notável participação de Ace Frehley em "Foxy Lady", de Jimi Hendrix, e da produção de Curt Cuomo, conhecido por produzir e compor para vários artistas como Lita Ford, Kiss, Union, Fiona e Eddie Money.

A versão dessa postagem não é a original, de 1998, lançada sem as duas últimas canções da versão aqui presente, e sim o play relançado um ano depois, já com "Twenty Flight Rock" (Eddie Cochran) e "Won't Get Fooled Again" (The Who).

Pelos músicos responsáveis pela empreitada, já se tem noção da qualidade. A tracklist só confirma tudo isso, pois os covers englobam nomes de influência incontestável que vão desde os primórdios como Johnny Winter e Eddie Cochran até bandas de Hard Rock basicamente setentistas como Deep Purple, Humble Pie, Kiss e The Sweet.

Difícil destacar algo por aqui, mas a versão de "Won't Get Fooled Again" está simplesmente fantástica, assim como "Teenage Nervous Breakdown" (Nazareth), "S.O.S. (Too Bad)" (Aerosmith) e, enfim, como todo o resto do álbum. Vale o download!

NOTA: John Corabi, presente nesse disco, estará pela primeira vez no Brasil nos dias 26 e 27 de março. Para saber mais, clique AQUI!

01. Teenage Nervous Breakdown (Nazareth cover)
02. Four Day Creep (Humble Pie cover)
03. Free Ride (Edgar Winter Group cover)
04. Still Alive And Well (Johnny Winter cover)
05. Never Before (Deep Purple cover)
06. Goin' Blind (Kiss cover)
07. Set Me Free (The Sweet cover)
08. Changes (Jimi Hendrix cover)
09. S.O.S. (Too Bad) (Aerosmith cover)
10. Foxy Lady (Jimi Hendrix cover)
11. Twenty Flight Rock (Eddie Cochran cover)
12. Won't Get Fooled Again (The Who cover)

Eric Singer:
  • Vocal em 1, 2, 7 e 11
  • Bateria em todas as faixas
  • Backing vocals em todas as faixas

John Corabi:
  • Vocal em 2, 3, 5, 9, 10, e 12
  • Guitarra base em todas as faixas
  • Baixo em 2, 3, 5, 7, 9 e 10

Bruce Kulick:
  • Guitarra solo em 1, 2, 3, 4, 6, 7, 8, 9 e 12
  • Baixo em 4, 6, 8, 11 e 12
  • Guitarra base adicional

Karl Cochran:
  • Guitarra solo em 2, 3, 4, 5, 7 e 11
  • Vocal em 2, 4, 6 e 8
  • Baixo em 1
  • Guitarra base adicional

Músicos adicionais:
  • Roberta Freeman - backing vocals em 1, 3, 5 e 8
  • Ace Frehley - guitarra solo em 10
  • Nicky Lemmons - teclados em 5
  • Curt Cuomo - percussão em 3

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(42,3mb ~ 128kbps)

by Silver

Skid Row - Slave To The Grind + Demos [1991]


Alguns criticam "Slave To The Grind" por mudar a orientação do Skid Row no que diz respeito à sua sonoridade (Hard Rock oitentista com um pouco mais de peso, mas nada que sobresaísse aos padrões) - crítica nem sempre infundada porque, além do álbum ter sido um baita sucesso, reserva vários petardos de sucesso como "Wasted Time" (minha preferida de toda a carreira da banda), "Monkey Business" e "In A Darkened Room", bem como não realiza uma fuga tão discrepante do estilo do primeiro play do grupo.

Nessa postagem, trago-vos o excelente full-length e, como bônus, algumas demos das gravações do mesmo. Divirtam-se!

Slave To The Grind [1991]

Lançado em junho de 1991, "Slave To The Grind" é o segundo trabalho do Skid Row, agora amadurecido e definitivamente com estilo próprio. Há uma pitada mais generosa de Heavy Metal no trabalho, mas nada que ofuscasse o Hard Rock misturado com Punk Rock de sempre da trupe de Nova Jérsei.

O trabalho realizado, de uma forma geral, é de se tirar o chapéu: melodias impactantes, peso mais do que saudável, vocais enfurecidos, cozinha e composições elaboradíssimas, linhas de guitarra fantásticas e ótima produção. Som de primeiríssima qualidade, consolidando-se facilmente como um clássico do Hard n' Heavy.

A recepção foi melhor do que se esperava: mesmo com a decadência do Hard Rock oitentista, o disco figurou em primeiro lugar nas paradas americanas, vendendo mais de 4 milhões de cópias até os dias de hoje, bem como emplacou as canções já citadas nas rádios e rendeu uma turnê lucrativa em divulgação ao play.

Ao meu ver, além das canções já citadas, destacam-se as pesadas "Livin' On A Chain Gang" e "Slave To The Grind" (a música), a hardeira "Riot Act", a crua "Psycho Love" e a balada "Quicksand Jesus".

Caro leitor, confira sem medo de ser feliz!

01. Monkey Business
02. Slave To The Grind
03. The Threat
04. Quicksand Jesus
05. Psycho Love
06. Get The Fuck Out
07. Livin' On A Chain Gang
08. Creepshow
09. In A Darkened Room
10. Riot Act
11. Mudkicker
12. Wasted Time

Sebastian Bach - vocal
Scotti Hill - guitarra
Dave "The Snake" Sabo - guitarra, backing vocals
Rachel Bolan - baixo, backing vocals
Rob Affuso - bateria, percussão

DOWNLOAD
(78,1mb ~ VBR 192-320kbps)


Slave To The Grind Demos [1991]

Raridade na área! Esta é uma compilação de demos e outtakes sem mixagem de "Slave To The Grind". Além das versões para canções que estão no play, tem-se "Going Down", que só saiu na coletânea "40 Seasons" sob o título "Fire In The Hole", a outtake "Beggar's Day" que saiu na versão censurada do disco no lugar de "Get The Fuck Out" e a inédita "You And Me".

De resto, o esperado: faixas do play principal, sem a notável produção e com um andamento mais lento. Enfim, também vale a conferida.

01. Monkey Business
02. Slave To The Grind
03. Livin' On A Chain Gang
04. Mudkicker
05. Beggar's Day
06. Wasted Time
07. Psycho Love
08. Going Down
09. You And Me
10. Creepshow

Sebastian Bach - vocal
Scotti Hill - guitarra
Dave "The Snake" Sabo - guitarra, backing vocals
Rachel Bolan - baixo, backing vocals
Rob Affuso - bateria, percussão

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(38,8mb ~ 128kbps)

by Silver

Vixen - Discografia [1988 - 2007]


Formado apenas por mulheres, o Vixen é um grupo de Hard Rock que teve seus dias de glória, como de praxe, na década de 1980. A line-up passou por um bom número de mudanças desde o início, mas a formação que expôs a banda para o estrelato foi composta pela fundadora Jan Kuehnemund na guitarra, Janet Gardner nos vocais, Share Pedersen no baixo e Roxy Petrucci na bateria. Anteriormente o grupo havia aparecido no filme Hardbodies, em 1984, com Jan, Janet, Pia Maiocco no baixo, Tamara Ivanov na guitarra base e Laurie Hedlund na bateria, mas durou pouco.

As garotas conseguiram um contrato com a EMI e em 1988 saiu o primeiro disco da banda, auto-intitulado, que emplacou hits como "Edge Of A Broken Heart", "Cryin'" e "Love Made Me" e contou com a presença de Richard Marx na composição de "Edge Of A Broken Heart", na produção geral e nos teclados adicionais. O aspecto do play é mais oitentista impossível: Hard Rock de primeira qualidade. O sucesso nas rádios e nas vendas se refletiu em uma turnê abrindo para Bon Jovi, Ozzy Osbourne e Scorpions, além de concertos onde o próprio Vixen era headline.

"Rev It Up", o segundo do quarteto, manteve as boas vendas (chegou à 20ª posição nas paradas inglesas e ao 52° lugar nas americanas) e, na minha opinião, superou o seu antecessor na qualidade da produção, nas composições e nas canções de uma forma geral. Resumindo: um discão que rendeu bons frutos, como novamente uma turnê com astros, mas dessa vez com Kiss, Ratt e Deep Purple, além de emplacar mais hits como "How Much Love", a faixa-título, "Not A Minute Too Soon" e "Love Is A Killer".

Vixen em sua formação clássica

Mas, infelizmente, as meninas se separaram em 1991 alegando as clássicas "diferenças musicais". Obviamente depois de um tempo não faltou vontade pra voltar a tocar sob o nome Vixen e suas canções noavmente, então houve uma primeira reunião, ocorrida em 1997, com Roxy Petrucci, Janet Gardner e duas novas integrantes: Gina Stile na guitarra e Rana Ross no baixo. Assim, no ano seguinte, lançaram o alternativo "Tangerine", com melodias pesadas e sonoridade bem distante do som que consagrou o nome Vixen. No baixo já não estava mais Rana Ross - no álbum quem tocou foi o músico de estúdio Mike Pisculli e na turnê, a irmã de Roxy, Maxine Petrucci, completou a formação.

Quando o grupo, sem Jan, começou uma turnê norte-americana, eis que ela surge das cinzas e processa as integrantes remanescentes, já que ela é a fundadora. Finalmente, em 2001, a própria Jan decide voltar com o Vixen, com Janet, Roxy e Pat Holloway no baixo, mas todas deixaram a guitarrista após alguns shows e desentendimentos. Assim, ela mesma tratou de convocar outras garotas para terminar a turnê iniciada pela line-up anterior.

Vixen, reformulado, em 2006

Desde então, o Vixen é formado por Jan Kuehnemund (guitarra), Jenna Sanz-Agero (voz), Lynn Louise Lowrey (baixo) e Kathrin "Kat" Kraft (bateria). Até que o canal de tv VH1 tentou uma reunião com as integrantes da formação clássica, juntando as quatro (inclusive Share Pedersen) num programa chamado Bands Reunited (Bandas Reunidas), mas de nada adiantou - elas resolveram suas diferenças e até tocaram juntas, porém só por essa vez.

Com a atual formação, fora lançado "Live & Learn", em 2006, e "Live In Sweden", em 2007. O primeiro é quase um mix dos três trabalhos: ainda tem a veia "rocker", mas com um pé no alternativo. Um trabalho melhor que "Tangerine", ao meu ver. Já o segundo é ao vivo, gravado no Sweden Rock Festival de 2005, mas lançado apenas dois anos depois. Conta com um repertório nostálgico (apenas "Little Voice de carne nova no pedaço) e uma performance de se tirar o chapéu, onde as integrantes mostram que estão bem, principalmente Jenna Sanz-Agero, ótima vocalista que ocupou bem a vaga da carismática Janet Gardner.

Espero que curtam essa postagem, pois as garotas do Vixen merecem todo o respeito não apenas por até hoje continuarem na ativa, mas pelos excelentes trabalhos já feitos por elas!

NOTA #1: há um equívoco na pasta de "Live In Sweden": o play está como lançado em 2009 mas na verdade foi em 2007.

NOTA #2: quem quiser conferir uma bootleg excelente da banda em 1991, clique AQUI!

NOTA #3: comentar não faz mal à ninguém, né?

Vixen [1988]

01. Edge Of A Broken Heart
02. I Want You To Rock Me
03. Cryin'
04. American Dream
05. Desperate
06. One Night Alone
07. Hell Raisers
08. Love Made Me
09. Waiting
10. Cruisin'
11. Charmed Life

Janet Gardner - vocal, guitarra
Jan Kuehnemund - guitarra, backing vocals
Share Pedersen - baixo, backing vocals
Roxy Petrucci - bateria, backing vocals

Músico adicional:
Richard Marx - teclados

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(45,3mb ~ 128kbps)


Rev It Up [1990]

01. Rev It Up
02. How Much Love
03. Love Is A Killer
04. Not A Minute Too Soon
05. Streets In Paradise
06. Hard 16
07. Bad Reputation
08. Fallen Hero
09. Only A Heartbeat Away
10. It Wouldn't Be Love
11. Wrecking Ball

Janet Gardner - vocal, guitarra
Jan Kuehnemund - guitarra, backing vocals
Share Pedersen - baixo, backing vocals
Roxy Petrucci - bateria, backing vocals

Músico adicional:
Michael Alemania - teclados

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(46,1mb ~ 128kbps)


Tangerine [1998]

01. Page
02. Tangerine
03. Never Say Never
04. Peace
05. Barely Breathin'
06. Bleed
07. Stay
08. Shut Up
09. Machine
10. Air Balloon
11. Can't Control Myself
12. Swatting Flies In Wanker County

Janet Gardner - vocal
Gina Stile - guitarra, backing vocals
Mike Pisculli - baixo
Roxy Petrucci - bateria, clarinete, backing vocals

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(44,9mb ~ 128kbps)


Live & Learn [2006]

01. Anyway
02. Live & Learn
03. I Try
04. Little Voice
05. Pacifist
06. Don't Want It Anymore
07. Love Song
08. Angry
09. I'm Sorry
10. You Wish
11. Suffragette City (David Bowie cover)
12. Give Me Away

Jenna Sanz-Agero - vocal
Jan Kuehnemund - guitarra, backing vocals
Lynn Louise Lowrey - baixo, backing vocals
Kat Kraft - bateria

(39,7mb ~ 128kbps)


Live In Sweden [2007]

01. Rev It Up
02. On The Streets Of Paradise
03. How Much Love
04. Love Made Me
05. Love Is A Killer
06. Little Voice
07. Cryin'
08. I Want You To Rock Me
09. Cruisin'
10. Edge Of A Broken Heart
11. Bad Reputation

Jenna Sanz-Agero - vocal
Jan Kuehnemund - guitarra, backing vocals
Lynn Louise Lowrey - baixo, backing vocals
Kat Kraft - bateria

(84,2mb ~ 224kbps)


by Silver

Kiss - S/T + pepitas [1974]


Sei que a cota semanal de Kiss já se estourou por aqui, mas hoje é um dia mais do que especial na "Kisstória": no dia 18 de fevereiro de 1974, há exatos 36 anos, o álbum de estreia da banda mais quente do mundo era lançado.

Nessa postagem, trago-vos o histórico debut do Kiss e dois ótimos registros da época, para nenhum fã botar defeito. Espero que gostem!

Kiss [1974]

A prova de que o Kiss realmente fez sua história por merecer é o perrengue pelo qual os integrantes passaram no início. O motorista de táxi Stanley Harvey Eisen (Paul Stanley) conheceu o professor de inglês Chaim Witz (Gene Simmons) em meados de 1970, através de um amigo em comum, Stephen Coronel.

O Wicked Lester, enfim formado e com a dupla dinâmica em ação, grava seu álbum de estreia mas nunca chegou a ser lançado de forma oficial nem na época, pois foi dado como um disco ruim e foi engavetado pela Epic Records, nem depois, porque foi comprado pela Casablanca Records (gravadora do Kiss no momento da compra) por 137 mil dólares (!) para, simplesmente, continuar engavetado.

Stanley e Simmons, não muito felizes com a proposta do Wicked Lester de um rock n' roll mais leve e eclético, partiram para um novo projeto, onde o som seria mais pesado e contaria com performances teatrais. Para isso, recrutaram o baterista Peter Criscuola III (Peter Criss) e o guitarrista Paul Daniel Frehley (Ace Frehley), que surgiram após anúncios colocados no jornal nova-iorquino Village Voice.

Com o Kiss formado, as maquiagens elaboradas de acordo com o alter-ego de cada integrante, concertos pelo circuito underground nova-iorquino e muitas estratégias de marketing, finalmente Neil Bogart, presidente da Casablanca Records, contrata o grupo para gravarem seu disco de estreia.


Gravado e mixado em menos de um mês, o play auto-intitulado já tinha todo o seu material composto antes de surgir o contrato. Mas, infelizmente, não foi bem recebido em seu tempo. Apenas com "Alive!", de 1975, a banda sentiria o gosto do sucesso. Ainda passa despercebido àqueles que se iniciam no "mundo do rock" pois não recebe tão falado como "Alive!", "Destroyer" ou "Love Gun" e não conta com uma boa produção (ironicamente os mesmos produtores trabalharam no sucessor "Hotter Than Hell" e conseguiram piorar).

Mas um disco que contém clássicos de seu início até seu fim já fala por si só. Hoje em dia, esta maravilha é cultuada por todos os fãs da banda e do rock em geral que deixaram de lado os plays já citados como donos dos holofotes, pois é a origem do grupo e de vários clássicos que estiveram na maioria dos shows, como "Strutter", "Black Diamond", "Deuce", "Firehouse" e "Cold Gin". E não é por menos. O disco transmite energia e garra do início ao fim. É espontâneo, autêntico, agressivo e direto como um verdadeiro álbum de rock n' roll deve ser.

Além das já citadas anteriormente, que dispensam quaisquer comentários, menções honrosas ficam para a divertida "Let Me Know", para o cover "Kissin' Time", para o primeiro single da banda "Nothin' To Lose" e para a épica "100,000 Years". Clássico indiscutível!

01. Strutter
02. Nothin' To Lose
03. Firehouse
04. Cold Gin
05. Let Me Know
06. Kissin' Time
07. Deuce
08. Love Theme From Kiss
09. 100,000 Years
10. Black Diamond

Paul Stanley - vocal e guitarra base
Gene Simmons - vocal e baixo
Ace Frehley - guitarra solo, backing vocals
Peter Criss - vocal, bateria

Músico adicional:
Bruce Foster - piano em 2

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(48,1mb ~ 192kbps)


Dick Clark's In Concert TV Show [1974]

Este registro é interessante, pois é uma das primeiras aparições do Kiss na televisão. O som está muito bom, tendo em vista que a gravação foi realizada por uma emissora de tv.

O concerto, ocorrido um dia após o lançamento do álbum auto-intitulado, impressionou quem assistia. Maquiagens e rock pesado já não era novidade em 1974, quando o mundo já contava com o talento de Alice Cooper e do New York Dolls, por exemplo.

Mas o Kiss levou tudo a um patamar até então nunca atingido. O rock n' roll cru, visceral e repleto de garra dos quatro mascarados foi aliado a uma performance teatral em palco que os caracterizou e popularizou.

Apesar de ser apenas três faixas, vale a conferida!

01. Nothin' To Lose
02. Firehouse
03. Black Diamond

Paul Stanley - vocal e guitarra base
Gene Simmons - vocal e baixo
Ace Frehley - guitarra solo, backing vocals
Peter Criss - vocal, bateria

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(7,9mb ~ 96kbps)

Live At Michigan Palace - Detroit, MI [1974]

O ponto alto desta postagem, ao meu ver, é essa raridade que já nem lembro mais como obtive, mas agradeço às forças superiores sempre que ouço, pois o registro é simplesmente fantástico!

Gravado no Michigan Palace de Detroit, cidade que serviria de inspiração para Paul Stanley ao compor o hit "Detroit Rock City" com Bob Ezrin dois anos depois, esta é uma das primeiras apresentações da turnê oficial para divulgação do disco, que teve início em 22 de março do mesmo ano.

A energia é incrível, o Kiss transborda disposição aqui. O repertório, calcado no debut, ainda conta com "She" e "Let Me Go, Rock N' Roll", canções que não constaram no primeiro play mas em seus sucessores (a primeira em "Dressed To Kill", de 1975, e a segunda em "Hotter Than Hell", de 1974). E a qualidade do áudio está perfeita, pois o registro foi captado da mesa de som.

Raridade das boas, ainda mais por se tratar de uma gravação soundboard. Aproveitem!

NOTA: caso queiram visualizar algumas fotos desse concerto, cliquem AQUI.

01. Deuce
02. Strutter
03. She
04. Firehouse
05. Nothin' To Lose
06. Cold Gin
07. 100,000 Years
08. Black Diamond
09. Let Me Go, Rock N' Roll

Paul Stanley - vocal e guitarra base
Gene Simmons - vocal e baixo
Ace Frehley - guitarra solo, backing vocals
Peter Criss - vocal, bateria

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(38,3mb ~ 128kbps)

by Silver

Ainda bem que investiram nas máscaras!

Crucified Barbara - 'Til Death Do Us Party [2009]


Quatro anos após o lançamento do álbum de estreia, eis que a Crucified Barbara, banda feminina de Hard N' Heavy proveniente da capital sueca, Estocolmo, lançou "'Til Death Do Us Party", uma continuação mais do que honrosa para "In Distortion We Trust".

As jovens (e belas) garotas já haviam provado competência e se mostrado roqueiras de atitude não só pelo disco anterior mas pelas competentes regravações de "Killed By Death" e "Please Don't Touch" para um tributo ao Motörhead. Portanto não seria surpresa afirmar que "'Til Death Do Us Party" prosseguiu em grande estilo a jornada rock-a-roller do Crucified Barbara, iniciada em 1998, com sua formação.

Porém foi aqui elas deram seu melhor, ao meu ver. Aa sonoridade ficou um pouco mais pesada, descambando mais pro Heavy Metal e deixando um pouco as raízes do Hard Rock - um pouco, não completamente! Por isso, o resultado final som se apresentou amadreucido, pois a banda se consolidou em apenas uma essência, que definiu e deu personalidade ao som.

A excelente produção, assinada pelo tecladista Jocke Skog (Clawfinger) e pelo vocalista Mats Levén (Therion, Yngwie Malmsteen, Swedish Erotica, Krux), colabora em muitos momentos, pois se mostra cristalina mas sem tirar a crueza do som, parte fundamental das músicas das garotas.


Se metal é estilo de macho, as moças do Crucified Barbara tiraram suas cintas penianas da gaveta e fizeram algo que muitos "homens do som pesado" não fazem atualmente: som pesado de qualidade. Como prova disso, o disco inteiro se caracterizou por guitarras pesadas e cheias de garra, riffs energéticos, composições mais maduras, bateria tocada com raça e velocidade, baixo coeso, refrães de tirar o fôlego e vozes magistralmente sob medida - não tão melosas e nem muito desfiguradas, por se tratar de vocal feminino.

Os destaques gerais ficam para o hino "Can't Handle Love", as pauleiras "Killer On His Knees" e "Pain & Pleasure", as divertidas "Sex Action" (não confundir com a do L.A. Guns) e "Rats" e, por fim, a balada "Jennyfer", atual single do play.

Para quem já conhecia o trabalho do Crucified Barbara, "'Til Death Do Us Part" é uma ótima surpresa. E para quem não conhecia, fica a dica, pois aqui está um dos nomes cotados para decolar na cena metálica num futuro não tão distante.

01. Killer On His Knees
02. Pain & Pleasure
03. Sex Action
04. Creatures
05. Jennyfer
06. Dark Side
07. Can't Handle Love
08. Blackened Bones
09. Danger Danger
10. Rats
11. Feels Like Death

Mia Coldheart - vocal, guitarra
Klara Force - guitarra
Ida Evileye - baixo
Nicki Wicked - bateria

DOWNLOAD
(55,5mb ~ 192kbps)

by Silver