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X Japan - Dahlia [1996]

Bem, amiguinhos da Combe, tenho que admitir que relutei bastante em postar este álbum, pois, na minha opinião, ele é o mais fraco do X Japan. Mas, quem disse que por eu achar o mais fraco, ele é necessariamente ruim?!

Depois de fazer história no Japão com os porradíssimos "Vanishing Vision", "Blue Blood", "Jealousy" e com a inesquecível "Art Of Life", os integrantes do X Japan saíram em carreira solo, buscando outros horizontes. Pata gravou dois álbuns solo de Hard Rock, hide gravou os ótimos "Hide Your Face" e "Psyence", ambos de Alternativo/Industrial, Toshi andava mais pelo Pop, com músicas mais acústicas, e Yoshiki, depois de participar do álbum "Kiss My Ass", disco tributo ao Kiss, onde fez uma performance belíssima de "Black Diamond", dava vários passos para se tornar o bem sucedido empresário que é hoje em dia.

Juntando isso tudo, nasce o álbum "Dahlia", que é o que lhes trago hoje, com várias influências diferentes, o que deixou o álbum muito mais pro Rock Alternativo que pro Power/Speed/Prog. Metal/Hard Rock que o grupo fazia nos velhos tempos, com a adição de vários efeitos não só na voz de Toshi, mas principalmente na guitarra de hide, isso sem contar nas baladas, que são os grandes pontos altos do álbum, essas sem modificação alguma, cheias de feeling, conduzidas pelo piano, e com letras belíssimas, como as de "Tears" e "Crucify My Love", onde podemos perceber letras poéticas do nosso querido Yoshiki.

Porém, o grande destaque do álbum é o lendário hide, que colocou muitíssimo de suas idéias no álbum, e assinou dois dos maiores hits do X contidos nele, a pesadona "Scars" e a diferente "Drain" (que conta com batidas eletrônicas) além de dar um show nas 6 cordas, mostrando uma imensa criatividade, não só nas linhas de guitarra, mas nas letras - insanas e pervertidas, como sempre.

A turnê do disco, iniciada em 1994, e já revelando grande parte das músicas que saíram neste álbum, como a já citada "Scars", a Hard Rock "Rusty Nail" e a porradíssima faixa título, marca uma grande mudança não só no som, mas também no estilo dos caras, já que os cabelos enormes cheios de laquê, as roupas extravagantes e as maquiagens pesadas deixaram de existir, dando lugar aos cabelos cortados, roupas "normais" e ao inconfundível cabelinho rosa de hide, este que foi um dos principais fundadores do chamado "Neo Visual Kei".

O disco ainda chegou ao topo do ranking da Oricon (a Billboard japonesa, diríamos) pela 3ª vez seguida, fazendo um estrondoso sucesso e lotando cada vez mais estádios, como eles sempre costumavam fazer a cada final de ano no lendário Tokyo Dome, sempre lotado.

Vale lembrar, que após a "Dahlia Tour Final", o grupo separou-se, graças ao Toshi, que resolveu seguir uma religião chamada Masaya, e, após sofrer uma espécie de "lavagem cerebral", pelo chefe da religião e por sua esposa, que o convenceram que não tinha nascido para ser Rockstar e que era uma marionete do chefão Yoshiki. De fato, pouco tempo após o fim, Yoshiki e hide admitiram por várias vezes que Toshi aparentava cansado da vida rotineira de shows e que os dois lhe diziam como agir e como se vestir durante os shows.

Se o grupo tivesse continuado, talvez "Dahlia" tivesse sido um disco de transição para sons cada vez mais alternativos, e Yoshiki planejava voltar com a banda no início desta década, porém, os planos foram arruinados com a infeliz morte de hide em 1998.

Voltando ao disco, vamos falar de destaques, pois aqui estamos cheio deles, como as indispensáveis "Dahlia", "Scars" e "Rusty Nail", que carregam as antigas influências já citadas, porém modernizadas e que se tornaram clássicos para os fãs mais novos. As baladas, como já disse, são o forte do álbum, e eu posso citar facilmente as belíssimas "Crucify My Love", "Tears" e "Forever Love" (a primeira que eu ouvi deles, em 2001 *_*), que também se tornaram clássicos modernos, além da diferente "Drain", que, como já disse, conta com batidas eletrônicas estilo "doidão da rave", risos.

Enfim, galerinha, como eu já disse, na minha opinião, "Dahlia" é o disco mais fraco do X Japan, porém, nem por isso deixa de ser um discão e merece um bom espaço na sua coleção, valendo cada segundo de download.

1. Dahlia
2. Scars
3. Longing ~ Togireta Melody
4. Rusty Nail
5. White Poem I
6. Crucify My Love
7. Tears
8. Wriggle
9. Drain
10. Forever Love

Toshi - Vocais
hide - Guitarra líder
Pata - Guitarra base
Heath - Baixo
Yoshiki - Bateria, piano

Download (53MB ~ 128kbps)
Senha: http://combedoiommi.blogspot.com

Bruno Gonzalez


X Japan - Shoushin ni Kaete ~ Countdown Gig [2008]

Depois da tão aguardada volta do X Japan, em meados de 2007, com o hit-single "I.V.", que cumpriu a difícil tarefa de se tornar um clássico da banda, alguns shows aconteceram desde março de 2008, que foi quando eles voltaram aos palcos, onde vários "problemas" começaram a ser solucionados pouco a pouco, como os problemas na coluna de Yoshiki, os vocais de Toshi, que não andavam tão bons, a procura por outro guitarrista (que desde o princípio, todos sabiam que seria Sugizo, guitarrista do Luna Sea), até uma possível World Tour, que está na promessa desde quando a banda voltou e muitos têm a esperança de começar em outubro próximo, quando eles farão um show em Paris.

Mas, no meio disso tudo, eles voltaram às tradições de fazer shows na virada do ano, o que foi muito bem feito na virada de 2008 para 2009, novamente no Tokyo Dome, com casa lotada e fãs eufóricos, novos e antigos, esperando pela execução dos maiores clássicos do X, o que aconteceu de forma épica, pra variar, porém, devo dizer que o show peca em ser um pouco "curto", com poucas músicas, tirando os playbacks de "Prologue ~ World Anthem" e "Say Anything", o show teve apenas 7 músicas, se formos dispensar também a curta execução de "Endless Rain", que foi tipo um "esquenta", que rolou um pouco antes do show. Mas, o bom é que todas as músicas foram executadas perfeitamente, nos mínimos detalhes, com a banda em muito boa forma - não no máximo, mas sem decepcionar. Os vocais de Toshi melhoraram bastante, embora estejam mais graves que antes, Yoshiki parou de errar nas linhas de bateria, assim como Pata parou de errar na guitarra, coisa que vinha acontecendo frequentemente. Já Heath e Sugizo estão em plena forma, tocando pra cacete.

A intenção de Yoshiki de transformar o X numa super-banda para o mundo inteiro (no Japão eles já são considerados assim) vai de vento em popa, como podemos notar neste show, que é emocionante do início ao fim e que surpreendeu vários fãs da banda (inclusive a mim), por ser mais "old-school" que os atuais. O motivo é simples: Os caras abriram o show com "Blue Blood", um verdadeiro clássico do X que não era tocado desde 1991, mais ou menos. Além disso, a execução de "Orgasm", com sua tradicional jam que faz a música passar de 2 para quase 20 minutos, também é pra deixar qualquer um doido, praticamente "botando o fone pra tremer" se colocada no volume máximo. As tradicionais "Rusty Nail", "X" e "Kurenai" também são executadas perfeitamente bem, a belíssma "Tears" emociona o ouvinte assim como emocionou o público no show, transmitindo um feeling incrível, principalmente por parte de Yoshiki, que faz uma performance completamente impecável, terminando a música ouvindo seu nome sendo gritado eufóricamente pela platéia. "I.V.", que como já disse, se tornou um grande clássico do X Japan, foi tocada com o mesmo feeling da anterior, dando até arrepios, com seu refrão marcante e que gruda na cabeça feito chiclete. Também não podemos esquecer das homenagens ao hide, que se tornaram indispensáveis desde a volta da banda, com vários playbacks das linhas de guitarra dele.

Enfim, se você teve preguiça de ler o resto da resenha, eu posso resumir o show em 3 palavras: "BOM PA CARAIO!!!!!!!". [risos]

1. Endless Rain
2. Prologue ~ World Anthem (S.E.)
3. Blue Blood
4. Rusty Nail
5. Orgasm
6. X
7. Tears
8. I.V.
9. Kurenai
10. Say Anything (S.E.)

Toshi - Vocais
Pata - Guitarra base
Sugizo - Guitarra líder
Heath - Baixo
Yoshiki - Bateria

Download (125MB ~ 192kbps)

Bruno Gonzalez


X Japan - Post Especial: The X Indie Years [1984 - 1987]

Bem, antes de começar este super-post, devo dizer que antes que se impressionem, o termo "indie" nesse caso é uma abreviação de "independent", portanto, não rola nenhuma confusão entre a história do X com qualquer bandinha indie atual. [risos]

Pois bem, mas este super-post é bem especial, pois retrata como foi boa parte da década de 80 para o X Japan, já que nessa época eles eram apenas "fodidinhos" tentando fazer sucesso na cena japonesa. Eles tinham até uma boa reputação lá por 1984~1986, mas nada que se comparasse com o estouro que a banda teve em 1988, com seu debut "Vanishing Vision".
Nessa época também, temos várias formações bem diferentes no X, que ficou como quarteto por algum tempo, e temos de destacar a grande figura "lendária", o excelente guitarrista Hisashi "Jun" Takai, que é adorado entre os fãs mais "colecionadores de bootlegs" do X, já que existe um boato até hoje, que ele foi o responsável pelo vazamento de grande parte das bootlegs oitentistas da banda, sob o pseudônimo de "Shadow Of X", no "X Radical Dreamers", um forum especializado em raridades. Jun lançou alguns trabalhos solo e tocou no Moi Dix Mois por algum tempo.

Os registros que trago hoje começam em 1984, com a demo de "I'll Kill You", que traz consigo a música "We Are X!" e "Stop Bloody Rain", e, ouvindo os outros registros (principalmente nos EP's de "I'll Kill You" e "Orgasm"), eu me pergunto por várias vezes o motivo de grandes músicas como a "Iron Maideana" "Break The Darkness" e a Hard Rockona "Time Trip Loving" não terem sido lançadas posteriormente. Outras porradonas como "Stop Bloody Rain" e a semi-balada "Endless Dream" também apresentam esse som bem "true", aos moldes de bandas como Iron Maiden e Judas Priest, que com certeza irão surpreender quem só conhece a banda após o "Vanishing Vision", tamanho o peso e velocidade das mesmas. Os vocais de Toshi também estão um pouco diferentes, mais agudões e "joviais". Diferenças com as músicas conhecidas também podem ser notadas, já que hits como "X", "Kurenai", "Orgasm" e "I'll Kill You" já eram carros-chefe nos shows da banda, mas executadas um pouco diferentes que as que ficaram conhecidas no final dos anos 80, principalmente por parte de "Kurenai", que ao vivo era tocada mais lenta, com parte da letra e solo diferentes, além de conter uma versão sensacional da mesma, chamada "Kurenai Sonic Sheets", que saiu na revista "Rockin'F", com a introdução em piano e a letra alternando entre japonês e inglês. Também trago a famosa audição para a CBS feita em 1987, que é bem conhecida entre os fãs e uma ótima bootleg "Chiba Dancing Mother - Orgasm Hatsubaikinen GIG", gravada em 1986, ainda com Hikaru no baixo e Jun na guitarra, aonde a gravação é feita da platéia, mas ouve-se perfeitamente todos os instrumentos e temos apenas algumas falhas no som.
Ainda trarei também as contribuições deles para o disco "Skull Thrash Zone Vol.1", em 1987, porém, vou postar apenas as músicas que eles gravaram para o referido disco.

Dentre outras curiosidades, o visual da banda era muito mais gritante nessa época (vide capa do EP Orgasm) e o lema da banda era diferente: "Sexy Scandal, Love Violence", um tanto quanto "cafona". [risos]

Obs¹: Eu desconheço algumas formações de certos registros da banda, então, não estarei listando os integrantes em alguns discos. Se alguém souber, favor informar nos comentários.

Obs²:Este material que estou postando hoje não cobre toda a década de 80, ainda existem muitas demos deles que eu não estou postando, e farei isso numa outra oportunidade.

Espero que seja do gosto geral e que as pessoas que já curtiram a banda em meus outros posts possam conhecer essa obscura fase de uma das maiores bandas japonesas da história: O X!

I'll Kill You Demo Tape [1984]


1. I'll Kill You
2. We Are X!
3. Stop Bloody Rain

Toshi - Vocais
Terry - Guitarra
Tomo - Guitarra
Yoshiki - Bateria

Download (13,5MB ~ 128kbps)

Endless Dream Live Demo [1985]

1. Kurenai
2. Endless Dream
3. Lady In Tears
4. Stop Bloody Rain

Download (26,3MB ~ 128kbps)


I'll Kill You EP [1985]

1. I'll Kill You
2. Break The Darkness

Toshi - Vocais
Jun - Guitarra
Taiji - Baixo
Yoshiki - Bateria

Download (7,95MB ~ 128~160kbps VBR)

Feel Me Tonight (Demo) [1986]

1. Feel Me Tonight
2. Stab Me In The Back (Sample)

Download (2,79MB ~ 128~160kbps VBR)

Kurenai "Sonic Sheet" Version [1986]

1. Kurenai

Toshi - Vocais
Jun - Guitarra
Taiji - Baixo
Yoshiki - Bateria, piano

Download (5,08MB ~ 128kbps)


Orgasm EP [1986]

1. Orgasm
2. Time Trip Loving
3. X

Toshi - Vocais
Jun - Guitarra
Hikaru - Baixo
Yoshiki - Bateria

Download
(21,9MB ~ 256kbps)

Chiba Dancing Mother - Orgasm Hatsubaikinen GIG (Bootleg) [1986]

1. Only Way
2. Kurenai
3. Break The Darkness
4. Endless Dream
5. Orgasm
6. Time Trip Loving
7. Mc Ment (Part I)
8. X
9. Mc Ment (Part II)
10. Stop Bloody Rain

Toshi - Vocais
Jun - Guitarra
Hikaru - Baixo
Yoshiki - Bateria

Download (64MB ~ 192kbps)

CBS-Sony Audition [1987]

1. Xclamation
2. Piano Solo + Kurenai
3. Orgasm

Toshi - Vocais
hide - Guitarra
Pata - Guitarra
Taiji - Baixo
Yoshiki - Bateria, piano

Download (18,4MB ~ 128kbps)

Skull Thrash Zone Vol. 1 [1987]

1. Stab Me In The Back
2. No Conexxion

Toshi - Vocais
hide - Guitarra
Pata - Guitarra
Taiji - Baixo
Yoshiki - Bateria

Download (6,79MB ~ 160kbps)

Stab Me In The Back Promo [1988]

1. Stab Me In The Back

Toshi - Vocais
hide - Guitarra
Pata - Guitarra
Taiji - Baixo
Yoshiki - Bateria

Download (2,7MB ~ 128kbps)

Enfim, espero que os fãs curtam e para quem não conhece ainda, que seja um bom material para conhecer a banda! ;D

Bruno Gonzalez


X Japan - The Last Live [2001]

Desde 1995, ocorreram mudanças drásticas no X Japan: Os cabelos não eram mais laqueados para o alto, as músicas já não eram mais aqueles Heavyzões cheios de energia, algumas músicas começaram a ser tocadas um tom acima (como Week End e X)...
Mas, uma coisa ainda era fato: O X Japan ainda era a maior banda do Japão, e tudo indicava que um possível sucesso mundial estava por vir, pois a banda praticamente “morava” nos Estados Unidos (inclusive, foi em Nova Iorque que eles conheceram o baixista Heath) até a fatídica decisão de Toshi, que resolveu abandonar a banda, pois dizia que estava cansado da vida de Rockstar. De fato, Yoshiki e hide confirmaram esta versão depois, dizendo que eles que ditavam ao vocalista a sua atitude em palco, e como ele deveria se vestir e coisas do tipo.

Isso resultou com que Yoshiki, ao invés de procurar outro vocalista, resolvesse acabar com a banda, em consideração a amizade dele com Toshi, já que os dois são amigos desde a infância. Mas, os fiéis fãs não iriam ficar na mão, já que Toshi ainda concordou em fazer um último show, para a passagem de ano de 1997 para 1998.

Nesse clímax de fim de festa, “The Last Live” foi gravado em 31 de dezembro de 1997, no Tokyo Dome, que já havia virado a “casa” do X Japan, já que eles faziam shows direto por lá, desde 1992.
Sem dúvidas, “The Last Live” consegue ser de longe o show mais emocionante e dramático dos caras. Um ótimo exemplo, é durante a execução de “Forever Love”, aonde podemos ouvir claramente que Toshi chora muito, junto com Yoshiki tocando piano (veja no vídeo disponibilizado no fim do post), conseguindo passar a nós ouvintes um clima incrível, misturando tristeza pelo fim da banda e uma sensação incrível de felicidade, como se estivéssemos lá, presenciando o show.
O setlist é bem variado, misturando os grandes clássicos, como “Week End”, “Kurenai”, “Orgasm” e “X”, com músicas até então novas, como as porradonas “Scars” e “Dahlia”, as várias baladas, como “Crucify My Love” e “Longing Togireta Melody” e a alternativa “Drain”, com suas batidas eletrônicas totalmente excitantes.

A banda, pra variar, estava afiadíssima, tocando tudo com muita competência e o principal: Com todo o feeling característico dos caras, que proporcionam uma viagem incrível ao ouvinte, principalmente na hora das baladas, que já eram mais que marcas registradas da banda (vide o disco “Dahlia” onde mais de 60% das músicas são baladas) e ocupam um grande espaço neste show, representadas por “Crucify My Love”, “Longing Togireta Melody”, “Forever Love”, “Endless Rain” e “The Last Song”, encerrando o show de forma magistral colocando (ao menos por enquanto) um ponto final na carreira da banda em grande estilo e com muita emoção, ao mesmo tempo.
Também temos as faixas “playback”, que servem de “introdução” à outras músicas, “Amethyst” (abrindo o show e introduzindo os membros), “Prologue ~ World Anthem” (que abria os shows da banda antigamente e servia de introdução à faixa “X”, nessa época), “Say Anything” (que serviu de introdução à faixa “The Last Song”) e “Tears” (que marcou o encerramento do espetáculo, com a banda cumprimentando o público).

O disco triplo foi lançado em 2001, junto com um VHS e um DVD, como um “caça-níquel”, já que Yoshiki é como se fosse um “Gene Simmons japonês”, com uma boa quantidade de marketing em volta da banda, que desde essa época, já tinha inúmeros pedidos de volta, por parte dos fãs, mesmo depois do falecimento de hide em 1998.

Após o fim da banda, cada um seguiu o seu caminho: Yoshiki seguiu em carreira solo; hide montou o “hide with Spread Beaver” e o “Zilch”, e era o integrante com mais popularidade dos 5, talvez sendo até hoje um dos músicos mais populares do Japão; Pata montou o “P.A.F.”, participou de vários shows da nova banda de hide e montou também o “Dope HEADz” com Heath, além de integrar o “Ra:IN” nos dias de hoje; Toshi começou a tocar baladas, influenciado por Masaya (líder de uma seita que Toshi se juntou, algum tempo antes de sair da banda) e por sua esposa até 2003, quando declarou que iria se aposentar graças à um problema de garganta; e Heath, além de ter montado o “Dope HEADz” junto com Pata, também seguiu em carreira solo e montou vários projetos de música alternativa.

Enfim, espero que todos baixem este showzaço, que com certeza é um dos mais emocionantes da história do Rock nipônico e se deliciem com toda a energia mágica do X Japan.

CD1:
1. Intro ~ Amethyst
2. Rusty Nail
3. Week End
4. Scars
5. Dahlia
6. Drum Break
7. Drain
8. Piano Solo

CD2:
1. Crucify My Love
2. Longing Togireta Melody
3. Kurenai
4. Orgasm (Orugasumu) 1 2
5. Drum Solo
6. Forever Love

CD3:
1. Prologue ~ World Anthem
2. X
3. Endless Rain
4. Curtain Call ~ Say Anything

5. The Last Song 1 2
6. Epilogue ~ Tears

Toshi – Vocais
hide – Guitarra líder, vocais de apoio
Pata – Guitarra base
Heath – Baixo, vocais de apoio
Yoshiki – Bateria, piano

Download:
CD1 (66,5MB)
CD2 (94,4MB)
CD3 (99,4MB)
Todos os discos em 192kbps.

Bruno Gonzalez


X Japan - Noise Audition Live [1982]








Esse é o meu primeiro post no blog. Eu já faço parte da Combe há um tempo, mas, ficava nos bastidores.[risos] Já estava mais do que na hora d'eu tomar vergonha na cara e vir postar próriamente no blog. Pensei e refleti muito sobre qual deveria ser a minha primeira postagem. Então resolvi trazer uma raridade de uma das minhas bandas prediletas '-'. X Japan! X Japan já é uma banda conhecida pelos passageiros da Combe, já teve postagens anteriores da banda aqui. Então creio que não preciso fazer apresentações sobre a banda. Esse "CD" o qual estou postando é o áudio gravado de um show de 1982, não tenho certeza quanto a data exata, então preferi não chutar, mas o ano está correto. É bem do início da carreira da banda e não traz nenhuma música própria, na verdade, apenas dois covers: "Rock and Roll" do Led Zeppelin e "Burn" do Deep Purple. É de se imaginar que a qualidade do áudio não é o forte do arquivo. Mas, os covers estão ótimos e vale a pena dar uma conferida.

Download!


Kira

X Japan - Ballad Collection [1997]

Todo mundo que conhece o X Japan sabe muito bem do peso e velocidade de suas músicas.
Mas, normalmente, pra quem não conhece a banda, as baladas gravadas por eles são os maiores atrativos, pois conseguem soar totalmente diferentes do som característico: As baladas são levadas pelo piano de Yoshiki e pelos vocais de Toshi na maioria das vezes, com um feeling sobrenatural e letras completamente poéticas, expressando o maior sentimento possível e impossível também. [risos]
"Ballad Collection" traz isso tudo, e embora eu não goste de coletâneas, ela é essencial para os "momentos farofa" da vida, quando estamos tristes ou xonadjénhos, sendo perfeito para aprender a tocar no violão e cativar aquela gatinha que você está de olho há tempos mas não sabe como chegar, ou ainda para ter uma boa noite de amor com sua namorada. [risos]

No mais, o disco foi gravado apenas com músicas escritas pelo Yoshiki (ou seja, a lindíssima "Voiceless Screaming", escrita por Taiji e Toshi, do álbum "Jealousy" não entrou) e é a coletânea mais vendida do X Japan até os dias de hoje.

Enfim, se você quer conhecer a banda, ou se já conhece e quer se deliciar com as baladas PERFEITAS do X Japan, não perca tempo e baixe AGORA esta belíssima coletânea.

E, se preparem, pois em breve farei um post especial com raridades deles! :D

1. Forever Love (do single "Forever Love")
2. Longing ~Togireta Melody~ (do álbum "Dahlia")
3. Endless Rain (do álbum "Blue Blood")
4. Crucify My Love (do álbum "Dahlia")
5. Alive (do álbum "Vanishing Vision")
6. Say Anything (do álbum "Jealousy")
7. Unfinished (do álbum "Blue Blood")
8. Tears (do álbum "Dahlia")
9. Forever Love (Last Mix) (do álbum "Dahlia")
10. The Last Song (do single "The Last Song")

Toshi - Vocais
hide - Guitarra líder
Pata - Guitarra base
Taiji - Baixo em 3, 5, 6 e 7
Heath - Baixo em 1, 2, 4, 8, 9 e 10
Yoshiki - Bateria, piano

Download (72,4MB ~ 128kbps)

Bruno Gonzalez

X Japan - Blue Blood [1989]

Como o link antigo expirou e eu morria de vontade de postar este disco novamente, vamos juntar o útil ao agradável. :P
Creio que todos já estão carecas de saber sobre as origens do X Japan (que nessa época era conhecido apenas como X), desde o início dos anos 80, quando Yoshiki e Toshi começaram a banda até o fim em 1997, quando Toshi deixou a banda e a ressureição em 2007, quando eles lançaram o hit "I.V.", portanto, vamos deixar a história da banda um pouco de lado e vamos falar sobre o disco e sobre a época de lançamento:
"Blue Blood" é, definitvamente, o melhor disco do X Japan, em todos os sentidos: Desde a ótima produção, até as belíssimas letras do mestre Yoshiki, que é mais que o líder nato da banda: É o mentor, o principal compositor, a estrela da banda, quem come mais gente [se homens ou mulheres, aí eu não sei né... (risos)] e além de exímio baterista, tocando todas as músicas ferozmente, é o grande pianista da banda, colocando todo o feeling possível e mais um pouco nas baladas, com suas letras poéticas e tristes.
Claro que os outros integrantes não ficam como meros coadjuvantes: Pata e hide começavam a construir o seu legado como dois dos maiores guitarristas do Japão, com linhas de guitarra absolutamente complexas em várias músicas, com excelentes solos dobrados e bem técnicos, mostrando que claramente, um completava o outro em todos os sentidos, pois além de tudo, os dois eram grandes amigos. Taiji mostrava também ser um baixista ultra-mega-giga virtuoso, reconhecimento que dura até os dias de hoje, depois dele ter passado por bandas de peso como o Loudness, após a sua saída da banda em 1992.
E, finalmente, as belíssimas linhas vocais de Toshi, alcançando vários tons impossíveis para alguns vocalistas e se destacando como um ótimo frontman no palco, seja colocando peso em músicas rápidas ou colocando feeling nas baladas.
Claro, que o som da banda evoluiu bastante, deixando de ser aquele Heavy Metal sujo do primeiro disco, sendo considerado até como Speed Metal por alguns. "Blue Blood" mostra uma influência fortíssima do Hard Rock oitentista, o que deixou as músicas um pouco mais lentas, como podemos comprovar em sons como "Week End", "Celebration" e "Easy Fight Rambling", mas claro que isso não virou regra, pois em músicas como "Blue Blood", "Kurenai", "Orgasm" (também conhecida por "Orugasumu") e "X", a banda mostrava ainda um Heavy Metal poderoso, podendo ser até rotulado facilmente como um Power Metal, se quisermos. Mas, talvez os maiores destaques do disco sejam as baladas, muitíssimo caprichadas e mostrando à todos, que por mais pesada que uma banda seja, ela pode gravar baladas grudentas sem ficar chata ou soar forçada. "Endless Rain", por exemplo, é uma das músicas mais bonitas que eu já ouvi em toda a minha vida e se tornou carro-chefe dos encerramentos dos shows dalí pra frente, colocando toda a platéia pra cantar junto com a banda, terminando os shows com uma atmosfera incrível. Claro que também temos outro destaque em matéria de balada: "Unfinished", que já era conhecida entre os fãs, por ter sido lançada no disco "Vanishing Vision", porém, em "Blue Blood", ela aparece numa versão completa. Claro que "Unfinished" também tem uma belíssima letra e é dotada de um feeling impressionante.
Mas, pra quem pensa que acabou por aí se engana, pois ainda temos que mostrar mais um pouco da versatilidade da banda em "Rose Of Pain": Uma longa, bela e épica canção, com seus arranjos orquestrados, misturados às guitarras pesadas e letra poética, que abre as portas para um estilo que viria a calhar no disco "Art Of Life", alguns anos mais tarde: O Metal Progressivo, com toda a sua beleza e seu caos, todos reunidos em uma música só, que beira os 12 minutos de duração.
O disco teve uma recepção incrível, tanto por parte de críticos, como de fãs, e fãs novos também, que passaram a idolatrar a banda, que mesmo com todo o seu visual e som pesados, violentos e chocantes, começaram a lotar todos os shows que o X fazia. Shows que viraram espetáculos à parte, com efeitos de luz, fumaça, fogos, palcos enormes e tudo mais o que uma banda pode precisar para fazer um espetáculo inesquecível. E isso eles sabiam (e sabem) fazer muito bem.
Sobre os destaques?! Difícil, pois praticamente todas as músicas se tornaram hinos e, obviamente, fixas nos setlists, sendo os principais carros-chefe as extremamente clássicas "Kurenai" (que já fazia sucesso no Japão, pois tinha sido lançada no disco anterior "Vanishing Vision", com letras diferentes), "X", "Week End", "Orgasm", "Celebration", "Endless Rain" e até mesmo a belíssima intro "Prologue ~World Anthem~", que se tornaria uma tradicional abertura dos shows da banda e mais tarde, a introdução de "X"; sendo que TODAS as outras faixas também são viciantes, belas, caóticas, chocantes, violentas e tudo mais o que for possível (menos ruins, é claro).
Enfim, um discaço de primeiríssima qualidade, e se você não conhece, pare de perder tempo, não seja preconceituoso pelo fato do X ser uma banda oriental e cantar a maioria das músicas em japonês, e baixe AGORA esta pérola do Heavy Metal não só oriental, mas MUNDIAL.
Discão para se ouvir, ouvir de novo, ouvir mais uma vez e ouvir novamente. [risos]

Tracklist:
1. Prologue ~World Anthem~
2. Blue Blood
3. Week End
4. Easy Fight Rambling
5. X
6. Endless Rain
7. Kurenai
8. Xclamation
9. Orgasm
10. Celebration
11. Rose Of Pain
12. Unfinished

Yoshiki - Bateria, piano
Toshi - Vocais
Pata - Guitarra líder e base
hide - Guitarra líder, vocais de apoio
Taiji - Baixo, vocais de apoio

Download (59,4MB ~ 128kbps)

Bruno Gonzalez

X Japan - 1992.1.7 Tokyo Dome Live: On The Verge Of Destruction (DVD-Rip) [1995]

No início de 1992, o X Japan era simplesmente a maior e mais respeitada banda de Heavy Metal do Japão, com seus mega-shows, com palcos monstruosos e cheios de efeitos pirotécnicos (características que me fizeram considerar o X Japan como o Kiss do Japão), com a presença de palco dos integrantes, principalmente de Toshi, hide e Yoshiki - este que dava um show à parte, fazendo incríveis solos de bateria, quebrando-a toda no fim, e ótimos solos de piano, mostrando o porquê de ser um dos mais reconhecidos músicos orientais - e as músicas sendo tocadas com um nível enorme de feeling, seja ela a mais rápida e pesada, ou a balada mais grudenta.
Este show, gravado no dia 7 de janeiro de 1992 (lançado em 1995 em VHS e re-lançado em DVD algum tempo depois), é simplesmente incrível do início ao fim, com a banda afiadíssima, totalmente em forma e demolindo tudo o que via pela frente, trazendo uma energia perfeita em quase 2 horas e meia de show, com um ótimo público, que canta junto com a banda e agita muito durante o espetáculo.
Este show, infelizmente, é o último de Taiji Sawada junto com a banda, que saiu pouco tempo depois após brigar bastante com Yoshiki. Ele iria para o Loudness e ficaria pouco tempo por lá.
Pata e hide eram simplesmente os dois guitarristas mais reconhecidos do Japão nessa época, esbanjando técnica e fazendo solos altamente criativos, com hide mostrando uma presença de palco incrível neste show, gritando muito nos backin' vocals e conversando com a platéia.
Pata, com um jeito mais 'frio' de tocar, faz a sua parte muito bem, mostrando que não era apenas um guitarrista-base, mas que tinha muita competência nos solos duplos que ele fazia com hide.
Toshi mostra mais uma vez o porquê de ser considerado um dos melhores vocalistas da história do Rock japonês, com sua voz inconfundível, mandando bons agudos nas músicas pesadas e trazendo muito
às baladas.
Yoshiki com o mesmo feeling de sempre, seja na bateria ou no piano, como já foi mencionado.
Pois bem, os destaques deste show PERFEITO, ficam com "Silent Jealousy", junto com "Sadistic Desire", abrindo o show à mil; "Week End", que é uma das músicas mais poderosas da banda; todo o feeling de "Voiceless Screaming", com Toshi cantando D-E-M-A-I-S; "Orgasm", com seus quase 20 minutos de duração; as clássicas "Kurenai" e "X", que são sem dúvidas dois dos maiores sucessos da banda, indispensáveis em qualquer show; e para fechar, nenhuma música melhor que a emocionante "Endless Rain", onde todo o Tokyo Dome canta a música inteira junto com Toshi.
Showzão totalmente kick ass do início ao fim! Indispensável o download! :D

Tracklist:

Disco 1:
1. Prologue ~World Anthem~
2. Silent Jealousy
3. Sadistic Desire
4. Desperate Angel
5. Standing Sex
6. Week End
7. Yoshiki Drum Solo
8. hide Guitar Solo
9. Voiceless Screaming

Disco 2:

1. Yoshiki Piano Solo
2. Es Dur No Piano Sen
3. Unfinished
4. Celebration
5. Orgasm
6. Kurenai
7. Joker
8. X
9. Endless Rain

Line-up:

Toshi - Vocais
hide - Guitarra-líder, vocais de apoio
Pata - Guitarra-base, vocais de apoio
Taiji - Baixo, vocais de apoio
Yoshiki - Bateria, piano

Download Disco 1 (68,5MB ~ 128~192kbps)
Download Disco 2 (67,2MB ~ 128~192kbps)

Bruno Gonzalez

X Japan - Discografia [1988 - 1996]




Para comemorar a volta definitiva dessa lendária banda aos palcos, venho hoje com esse post histórico:
O X Japan (ou apenas X) é a principal banda de Rock japonesa e uma das primeiras bandas orientais a fazer sucesso mundial. Eles também são responsáveis de revolucionar o Rock no Japão, coisa que nenhuma banda conseguiu fazer antes deles. Começaram com o nome de "Noise" e mudaram de formação algumas vezes, até se estabelecerem com a formação clássica: Yoshiki (Hayashi, Yoshiki - 林佳樹) na bateria e piano, Toshi (Deyama, Toshimitsu - 出山利三) nos vocais, hide (Matsumoto, Hideto - 松本秀人) na guitarra solo, Pata (Ishizuka, Tomoaki - 石塚智昭) na guitarra base e Taiji (Sawada, Taiji - 沢田泰司) no baixo. Com um visual extremamente pesado, baseando-se no Glam, foram adeptos do Visual Kei, o principal movimento de Rock do Japão. Com o lema de "Psychedelic Violence Crime Of Visual Shock", eles foram um estouro na mídia japonesa, com o primeiro álbum "Vanishing Vision" entrando no ranking da Oricon (uma espécie de Billboard japonesa).

Vanishing Vision [1988]

Esse disco traz o tradicional peso do X, com um som bem Heavy Metal. Embora todos os rotulem de Speed Metal, eu prefiro rotular de Hard N' Heavy. Grande destaque para Kurenai (o primeiro grande hit da banda), I'll Kill You, Alive e Vanishing Love.

Tracklist:

1. Dear Loser
2. Vanishing Love
3. Phantom Of Guilt
4. Sadistic Desire
5. Give Me The Pleasure
6. I'll Kill You
7. Alive
8. Kurenai
9. Unfinished

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Depois desse grande lançamento como uma banda independente, e de já começarem a carreira fazendo história, sendo a primeira banda independente a entrar no ranking da Oricon, eles conseguiram um contrato com a Sony Records do Japão e entraram em estúdio pra gravar em 1989 "Blue Blood".

Blue Blood [1989]

Esse disco segue bem o estilo do Vanishing Vision, músicas rápidas, pesadas e com as baladinhas de piano tradicionais da banda. Destaques para: X, Endless Rain, Week End, Orgasm, Celebration, Rose Of Pain e as regravações de Kurenai e Unfinished.

Tracklist:

1. Prologue (World Anthem)
2. Blue Blood
3. Week End
4. Easy Flight Rambling
5. X
6. Endless Rain
7. Kurenai
8. Xclamation
9. Orgasm
10. Celebration
11. Rose Of Pain
12. Unfinished

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Depois da Blue Blood Tour, que foi uma das maiores da história da banda, lotando estádios e conquistando cada vez mais fãs, o X resolveu pegar mais leve no visual, diminuindo consideravelmente o número de apetrechos Glam. E houve uma mudança no som também, que depois disso ficaria mais Hard Rock, como nota-se claramente em "Jealousy", próximo disco da banda:


Jealousy [1991]

Um disco de transição, com músicas mais Hard Rock e com visuais menos pesados, primeiro lugar no ranking da Oricon. Nessa época o X já era a maior banda do Japão e muitas bandas começaram a se influenciar pelo som deles.

Tracklist:

1. Es Dur No Piano Sen
2. Silent Jealousy
3. Miscast
4. Desperate Angel
5. White Wind For Mr. Martin - Pata's Nap
6. Voiceless Screaming
7. Stab Me In The Back
8. Love Replica
9. Joker
10. Say Anything

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Depois da turnê do Jealousy, a banda descobriu nos E.U.A. uma banda de Punk Rock californiana chamada X e Yoshiki mudou o nome da banda para X Japan.
Em 1992, Taiji se desentende feio com Yoshiki e deixa a banda. Em Nova Iorque, eles encontraram o baixista Heath (Morie, Hiroshi - 森江博), que apesar do apelido e o local onde foi encontrado, é um japonês autêntico.
A banda resolve lançar um trabalho diferente, longo e orquestrado. Traduzindo: Uma verdadeira obra-de-arte.


Art Of Life [1993]

O trabalho do X que mais se aproxima de uma ópera. Com apenas uma música, de 29 minutos, emocionante do início ao fim e com um grande dueto de piano no meio da música.

Tracklist:

1. Art Of Life

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Depois desse lançamento, o X ficou um bom tempo sem gravar nem lançar nada. Os integrantes foram se dedicar mais a suas carreiras-solo. Com grande destaque a hide, que era o mais promissor dentre os 5.
Em 1995, o X resolve voltar a ativa com o início da Dahlia Tour. Nessa época, eles abandonaram por completo o Visual Kei (com exceção de hide) e o som sofreu uma mudança drástica.

Dahlia [1996]

As músicas mudaram muito, embora algumas ainda estejam pesadas. Nesse álbum eles abusam das baladas, ganham a influência da música eletrônica e hide ganha muito mais espaço nas composições. Destaque para: Scars, Rusty Nail, Dahlia, Tears, Crucify My Love, Drain, que contém batidas eletrônicas e um dos principais clássicos da banda: Forever Love.

Tracklist:

1. Dahlia
2. Scars
3. Longing ~togireta~ Melody
4. Rusty Nail
5. White Poem I
6. Crucify My Love
7. Tears
8. Wriggle
9. Drain
10. Forever Love
Bonus Track:
11. Forever Love (Acoustic Version)

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Ao fim da Dahlia Tour, Toshi choca os fãs anunciando que vai sair da banda. A causa dessa saída, é o envolvimento do vocalista com uma seita chamada Masaya, que fez uma espécie de "lavagem cerebral" em Toshi, o convencendo de que era apenas uma marionete de Yoshiki. Em consideração aos fãs, foi feito um último concerto no Tokyo Dome, em 31 de dezembro de 1997. Esse show ganhou o título de "The Last Live", E é um dos mais emocionantes concertos da banda.

Em 1998, outra notícia que choca os fãs. hide é encontrado morto em sua casa, enforcado por uma toalha. Embora a maioria ache que foi um infeliz acidente, as causas apontam para suicídio, já que o guitarrista era alcoólatra e foi muito depressivo quando jovem. Uma grande perda para o mundo da música.
Em seu enterro, o X se reuniu pela última vez para tocar Forever Love, em homenagem a hide, que até hoje é referência para bandas de J-Rock em geral.

Em 2007, depois de vários boatos, o X volta a ativa, com a gravação de I.V., para o filme Jogos Mortais 4, cujo vídeo clipe pode ser visto aqui.

No último fim de semana, o X fez 3 concertos no Tokyo Dome, comemorando a volta da banda e os boatos sobre uma nova tour são fortíssimos. Bem, enquanto isso a gente fica na expectativa.

Créditos a Meanstreet, pelo upload do disco Art Of Life.

Bruno Ramone

X Japan - Jealousy [1991]

Para comemorar a volta do X Japan no próximo dia 28, trago esse disco que é um grande divisor de águas na carreira da banda, que é Jealousy. A partir desse disco, a banda começou a usar um visual não tão chocante como antes e as músicas ficaram um pouco mais pop, com uma grande influência de Hard Rock. Essa influência nota-se facilmente em Miscast, Desperate Angel e Joker, por exemplo, embora Silent Jealousy e Stab Me In The Back, estejam bem pesadas e violentas ainda. Love Replica é uma música em francês, com uma grande influência eletrônica, que viria a calhar ainda mais no próximo disco, Dahlia. Jealousy também é marcado como o último disco da banda com o Visual Kei, que seria abandonado para o próximo disco.
Também merecem destaque as tradicionais baladas características do X. Voiceless Screaming e Say Anything, que são muito belas, com letras poéticas e grande influência de música clássica, característicos de Yoshiki (apesar que Voiceless Screaming foi escrita por Taiji).
Uma de minhas bandas preferidas com um de meus discos preferidos, que vale muito a pena ter em sua discografia!

Tracklist:

1. Es Dur No Piano Sen
2. Silent Jealousy
3. Miscast
4. Desperate Angel
5. White Wind For Mr. Martin - Pata's Nap
6. Voiceless Screaming
7. Stab Me In The Back
8. Love Replica
9. Joker
10. Say Anything

Line-up:

Yoshiki - Drums/Piano
Toshi - Vocals
hide - Lead Guitar
Pata - Rhythm Guitar
Taiji - Bass

Download

Bruno Ramone


X-Japan - Art of Life [1993]

"Art of Life" foi lançado pelo X-Japan em 1993 e consiste em uma única canção, com o mesmo nome, que dura 29 minutos e foi composta por Yoshiki. A gravação da parte orquestrada foi feita com a participação da London Royal Philharmonic Orchestra e é baseada na Sinfonia Nº 8 de Schubert. "Art of Life" ainda inclui um solo de piano de 8 minutos. Análises técnicas à parte, se trata de uma música intrigante e cativante - uma verdadeira obra-prima da principal banda de J-Rock da história.

1. Art of Life

Clique aqui para baixar o disco

[Meanstreet]

X-Japan - Vanishing Vision [1988]


É impossível calcular qual seja a importância do X-Japan para a música japonesa. Talvez seja incalculável. Afinal, até no resto do mundo eles são conhecidos e idolatrados. Alguns até dizem que a banda chegou a mudar suas vidas. Como uma das primeiras bandas de Rock no Japão a fazer sucesso, esse disco foi a abertura dos portões de "Banda Major" para eles. Ainda sob o nome de X (este teve que ser mudado pra X-Japan, depois que descobriram uma banda Punk dos E.U.A. com o mesmo nome), lançaram esse disco ainda por um selo independente. Vanishing Vision leva ao extremo o lema da banda: "Psychedelic Violence Crime Of Visual Shock". Em meio de músicas muito rápidas e pesadas, como Vanishing Love, I'll Kill You e Kurenai; que também viraram alguns dos principais hits da banda; vemos toda a criatividade da banda, com baladas carregadas, que são Alive e Un-Finished.
Realmente, esse é um disco que não pode faltar na discografia de ninguém.

Set-list:

1. Dear Loser
2. Vanishing Love
3. Phantom Of Guilt
4. Sadistic Desire
5. Give Me The Pleasure
6. I'll Kill You
7. Alive
8. Kurenai
9. Un-Finished

Lineup:

Toshi - Vocals
hide - Lead Guitar
Pata - Rhythm Guitar
Taiji - Bass
Yoshiki - Drums, Piano

Download

Bruno Ramone

X-Japan - Best Of X [1996]

Silent Jealousy [Live]
Desperate Angel
Kurenai
Week End [Live]
Celebration
Endless Rain
Joker [Live]
Sadistic Desire
X
Say Anything
I’ll Kill You
Kurenai
Unfinished

http://www.mediafire.com/?0a1mlww0x99

[Meanstreet]