Bad Company - Hard Rock Live [2010]


Ano passado, Paul Rodgers anunciou o fim de sua parceria com Brian May e Roger Taylor no projeto Queen + Paul Rodgers. A notícia, assim como tudo que o trio fez em conjunto nos últimos tempos, dividiu opiniões. Houve comemorações de quem nunca aprovou a entrada de alguém no lugar do eterno Freddie Mercury (embora os três sempre tenham deixado claro que não era essa a intenção) enquanto, do outro lado, fãs lamentaram por entender que essa era a última oportunidade de ver algo relacionado ao Queen.

Ao mesmo tempo, o vocalista anunciou a reunião do Bad Company para uma série de dez shows nos Estados Unidos. Participaram desse encontro os três membros originais vivos. O baixista Boz Burrell, falecido em 2006, foi substituído por Lynn Sorensen, que acompanha Rodgers em sua carreira solo. Outro que marcou presença foi o ótimo guitarrista Howard Leese (Heart), mais um que participa do trabalho individual do nosso amigo, o cantor. Os concertos tiveram como banda convidada para a abertura os Doobie Brothers.

Um desses momentos foi registrado e agora é lançado em CD e DVD, que já entrou direto na quarta posição das paradas britânicas. Gravado em Hollywood, Califórnia, o trabalho mostra uma turma afiada e a boa e velha voz ainda em forma. Impressionante como o tempo passa e Paul não perde sua potência, ao contrário de muitos de seus contemporâneos, que atualmente pagam verdadeiros micos em cima do palco. Destaques? Tá brincando, né? Esse é pra ouvir do início ao fim no último volume e sem pular nenhuma faixa!

Paul Rodgers (vocals, piano, harmonica)
Mick Ralphs (guitars)
Simon Kirke (drums)

Special Guests
Howard Leese (guitars)
Lynn Sorensen (bass)

01. Bad Company
02. Honey Child
03. Burnin Sky
04. Gone, Gone, Gone
05. Run with the Pack
06. Live for the Music
07. Seagull
08. Feel Like Makin Love
09. Movin' On
10. Simple Man
11. Rock Steady
12. Shooting Star
13. Can't Get Enough
14. Rock n Roll Fantasy
15. Ready For Love
16. Good Lovin' Gone Bad

181 MB (2 partes – baixe ambas para descompactar)
320 kbps

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Jon Bon Jovi - Destination Anywhere [1997]

Vasculhando meus CDs esse final de semana, entre os disco do Bon Jovi e afins, achei esta preciosidade, e nossa... Há quanto tempo eu não ouvia esse disco! Já tinha até esquecido de sua existência e ao ouvi-lo tive algumas recordações divertidas daquele 1997!

Destination Anywhere é o segundo álbum da carreira solo do Jon Bon Jovi, depois da trilha sonora Blaze of Glory do filme Jovens Demais para Morrer II de 1990. Lançado em Junho 1997, este álbum também é uma trilha sonora e faz parte do filme de mesmo nome, filme este estrelado pelo próprio Jon, na época em que ele pensava que também era ator!

Com participações de Demi Moore como Janie, Jon Bon Jovi como Jon, Kevin Bacon, Whoopi Golderberg e Annabella Sciorra, ainda, dirigido por Mark Pellington, o roteiro conta a história de um casal – Janie e Jon – na qual a esposa, viciada, sofre de depressão profunda e seu marido, Jon, tenta ajudá-la. O filme é, digamos, interessante! Quem é fã do Bon Jovi e/ou do Jon Bon Jovi vai gostar.

Agora, vamos ao que interessa! Estou postando o Destination Anywere em edição especial que traz um disco Bônus com versões ao vivo, lançado apenas no Japão, EUA, Brasil e Alemanha. As faixas trabalhadas comercialmente foram “Destination Anywhere”, “Midnight In Chelsea” e “Janie, Don't Take Your Love To Town”. Em turnê de divulgação, Jon esteve no Brasil em 1997 fazendo participações em programas de TV e daí vieram as minhas lembranças! Show mesmo por conta do CD, aqui no Brasil, não rolou algum.

A galera boa de memória vai lembrar dos ridículos sofridos pelo vocalista do Bon Jovi ao participar de programas como o “Domingão do Faustão”, quando o “antológico” Fausto Silva o chamou de “O vagalume de New Jersey” por causa dos óculos de sol que ele usava e ainda no final de “Midnight In Chelsea”, o apresentador de milhões de Reais, mas nenhuma palavra em inglês, gritou: “Jon Bon Jovi, ao vivo e no playback!”. JB que já não é lá sinônimo de simpatia amarrou um bico que só foi desfeito ao participar de "Malhação", quando contracenou com Luana Piovanni e ficou cheio de graça ao lado da atriz que na época estava na flor de sua beleza!

Mas, impagável mesmo foi sua participação no extinto "Programa Livre" de Serginho Groismann no SBT, quando uma garota pediu para que o coitado dançasse a infame “dança da bundinha”... - Misericórdia, que vergonha, que mico! Pena que eu não achei essa parte do vídeo! Lógico, ele não aceitou e por fim, já lá mais do que irritado, em entrevista ao Domingo Legal, quando perguntado se gostava de música brasileira, ele respondeu que não conhecia nada da nossa música. De boa? No lugar dele eu nunca mais voltaria aqui. Ainda bem que o cara não é rancoroso!

Voltando ao CD, esse trabalho solo é diferente do estilo tradicional do Bon Jovi e conta com a participação de gente de peso como Desmond Child, Kenny Aronoff, Hugh McDonald, Aldo Nova que participou do Blaze of Glory e do amigo David Bryan. As músicas de trabalho, apesar de boas, nem são as melhores. “Midnight In Chealse”, por exemplo, tem um refrão meio chato, em compensação, “Staring At Your Window with A Suitcase In My Hand”, “Every Word Was A Piece Of My Heart”, “It's Just Me” e “Learning How To Fall” são excelentes. Geralmente, tudo que tem a assinatura do Jon é sinônimo de qualidade.

Para fãs do BJ, download imperdível!

Jon Bon Jovi – vocais, guitarras elétrica e acústica, harmônica, piano
Dean Fasano - background vocais
Steve Lironi - guitarras elétrica e acústica, teclados, sintetizadores
Bobby Bandiera – guitarras
Lance Quinn, Eric Bazilian, Dave Stewart & Aldo Nova – guitarras
David Bryan – acordeão, piano
Desmond Child – tuba
Guy Davis – piano, Hammond B-3 órgão
Rob Hyman – Wurlitzer piano
Jerry Cohen – órgão, teclados, guitarra
Alex Silva – teclados
Terry Disley & Imogen Heap – teclados
Hugh McDonald – baixo
Kenny Aronoff – bateria
Andy Wright & Paul Taylor – programação
Maxayne Lewis, Alexandra Brown, Zhana Saunders, Brigitte Bryant, Mark Hudson, Dean Fasano, Mardette Lynch & Helena Christensen – background vocais
David Campbell, Teese Gohl – Arranjos em cordas.

Disco 01

Faixas:

01 - Queen Of New Orleans
02 - Janie, Don't Take Your Love To Town
03 - Midnight In Chelsea
04 - Ugly
05 - Staring At Your Window with A Suitcase In My Hand
06 - Every Word Was A Piece Of My Heart
07 - It's Just Me
08 - Destination Anywhere
09 - Learning How To Fall
10 - Naked
11 - Little City
12 - August 7, 4:15
13 - Cold Hard Heart

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MB 58.00

Disco Bônus – Ao Vivo:

Faixa:

01 - Queen Of New Orleans
02 - Midnight In Chelsea
03 - Destination Anywhere
04 - Ugly
05 - It's Just Me
06 - August 7, 4:15
07 - Jail Break"
08 - Not Fade Away"
09 - Janie, Don't Take Your Love To Town (Acoustic)

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MB 40.79

LYN

Domine - Stormbringer Ruler: The Legend of the Power Supreme [2001]


Com o sucesso do álbum Dragonlord (Tales of the Noble Steel), os italianos do Domine viram-se com a responsabilidade de conseguir fazer um disco, no mínimo, tão bom para dar seqüência ao bom momento que viviam, sendo capa de revistas e excursionando pela Europa e Japão. Sendo assim, a solução encontrada pelo quinteto foi ousar. Lógico que as características primordiais do Power Metal praticado até então foram mantidas. Porém, para o novo trabalho, os músicos decidiram trabalhar mais nas composições, o que gerou um play bem mais complexo, com canções mais longas e detalhistas. O grande mérito foi ter conseguido isso sem afetar o poder de fogo das músicas.

Após uma intro típica das bandas do estilo, “The Hurricane Master” chega como manda o figurino. Veloz, com uma melodia marcante e um refrão fácil de decorar, do jeito que os fãs gostam. O grupo até mesmo se deu o direito de gravar uma adaptação para a Cavalgada das Valquírias, de Richard Wagner. “The Ride of the Valkyries” funcionou perfeitamente, fazendo com que os troos empunhem suas espadas de plástico e subam em seus cavalinhos de madeira para seguirem em uma gloriosa batalha. Na seqüência, “True Leader of Men”, mais uma com aqueles momentos de velocidade marcante, acompanhado por arranjos orquestrados.

Para mostrar que não deixam a peteca cair, os italianos reservaram três fantásticos momentos para o fim. “The Fall of the Spiral Tower” é aquele tipo de música que cresce a cada escutada, com uma ponte simplesmente fantástica antes do refrão. No momento mais emotivo do álbum, “For Evermore” é uma singela e sincera homenagem ao Queen, de quem todos os integrantes do Domine são fãs incondicionais. A longa “Dawn of a New Day” encerra o disco com uma letra que simboliza a despedida de um guerreiro morto em um campo de batalha. Pode soar previsível, mas o que eles fizeram nesse som supera todas as obviedades.

Ao contrário de vários atuantes nesse estilo, o grupo liderado por Morby não exagera nas influências clássicas. Aqui, o peso está sempre em primeiro plano. Não é à toa que essa é uma das bandas mais respeitadas na cena do Velho Continente.

Morby (vocals)
Enrico Paoli (guitars)
Riccardo Paoli (bass)
Riccardo Iacono (keyboards)
Stefano Bonini (drums)

01. The Legend of the Power Supreme
02. The Hurricane Master
03. Horn of Fate
04. The Ride of the Valkyries
05. True Leader of Men
06. The Bearer of the Black Sword
07. The Fall of the Spiral Tower
08. For Evermore
09. Dawn of a New Day

80 MB
192 kbps

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