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Hellyeah - Hellyeah [2007]

Hail, bravos soldados da "Combe Army". (risos)
Primeiramente, gostaria de agradecer aos nossos queridos visitantes pelo apoio no post sobre a retirada do chat, e vamos continuar chutando os cus dos cabações sempre! :D

Bem, indo ao que interessa, o Hellyeah é uma das maiores superbandas que apareceram no cenário mundial nos últimos anos, formada por músicos de primeiríssima linha, com o vocalista Chad Gray (Mudvayne), os guitarristas Greg Tribbet (Mudvayne) e Tom Maxwell (Nothingface), o baixista Jerry Montano (Nothingface), que seria substituído, algum tempo depois, por Bob Zilla (Damageplan) e o lendário Vinnie Paul Abbott (Pantera, Damageplan) na bateria, formando assim, uma das line-ups mais poderosas que existem atualmente.

A maioria do público pensa que eles foram idealizados há pouco tempo, mas, na verdade, o Hellyeah é um projeto antigo de Chad e Tom, que se conheceram e ficaram amigos em 2001, durante a turnê Tattoo The Earth, que além do Mudvayne e do Nothingface, teve o Slayer, o Slipknot e o Sevendust, e após algum tempo, com o baterista do Nothingface, Tommy Sickles, eles gravaram sua primeira demo, mas este, por sua vez, desistiu do projeto. Foi então, que surgiu o convite para Vinnie Paul, que após a morte do seu irmão, o lendário Dimebag Darrell, estava com dúvidas se voltaria ao mundo da música ou não, mas graças à insistência do resto da banda, ele resolveu juntar-se ao grupo, para a gravação do debut, que é o disco que lhes trago hoje. O baixo ficou a cargo de Jerry Montano (Nothingface).

Depois do lançamento do single de "You Wouldn't Know", em fevereiro de 2007, veio este álbum auto intitulado para as prateleiras, e a recepção não poderia ser melhor: 45 mil cópias apenas na primeira semana do lançamento, 8ª posição no Top 200 da Billboard, e até outubro de 2007 (6 meses após o lançamento), ele já tinha vendido pouco mais de 200 mil cópias, além de ter sido aclamado pelos principais meios de comunicação musicais, como o site "Allmusic" e o "Blabbermouth.net", fazendo assim, com que "Hellyeah" tenha sido um dos melhores álbuns de 2007, e não só o single de "You Wouldn't Know" que fez sucesso, mas também o de "Alcohaulin' Ass", que conseguiu ótimos resultados, assim como o anterior.

O som é aquele Groove Metal intenso, com as distorções ultra-pesadas, tanto nas guitarras, como no baixo também, com muitos harmônicos e solos muitíssimo bem feitos, além dos vocais de Chad Gray, que estão um pouco diferentes dos que ele faz no Mudvayne, mais "Heavy" do que "New" Metal (risos), mas também com muitos berros e a bateria inconfundível de Vinnie Paul, com o pedal duplo comendo solto e tudo com muita técnica, que sempre foi uma das marcas registradas dele. Ainda temos muitas influências diferentes no álbum, como a do Heavy tradicional e do Southern Rock, em algumas músicas, principalmente nas mais lentas, onde as guitarras, principalmente, lembram bastate as do estilo. Tudo isso com muita modernidade, mas sem soar forçado e sem ficar chato, dispensando todo e qualquer tipo de modismo. Neste disco, tem som pesado de verdade!

Chegando aos destaques, embora a audição na íntegra seja OBRIGATÓRIA, vale citar a faixa-título, que abre o álbum na maior porradaria, os singles "You Wouldn't Know" e "Alcohaulin' Ass", além das ótimas "Goddamn", "Star", "One Thing" e a especial "Thank You", feita para os familiares dos integrantes que haviam falecido há pouco tempo.

Vale lembrar que os caras estão para lançar um álbum novo esse ano, mas enquanto isso não acontece, que tal baixar esta pérola do Heavy Metal moderno e já ir virando fã enquanto o novo álbum não chega?!

1. Hellyeah
2. You Wouldn't Know
3. Matter Of Time
4. Waging War
5. Alcohaulin' Ass
6. Goddamn
7. In The Mood
8. Star
9. Rotten To The Core
10. Thank You
11. Nausea
12. One Thing

Chad Gray - Vocais
Greg Tribbett - Guitarra
Tom Maxwell - Guitarra
Jerry Montano - Baixo
Vinnie Paul - Bateria

Download (75MB ~ 320kbps)

Bruno Gonzalez


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Libellés : # Bruno Gonzalez, Hellyeah

Bob Dylan - Highway 61 Revisited [1965]


Depois de uma longa ausência, cá estou eu, de volta ao blog. E venho trazer um clássico absoluto e impactante.

No começo da década de 60 Bob Dylan se consolidou como um grande cantor de folk music, um tipo de música de protesto cujos instrumentos se resumiam ao violão e à gaita. Composições longas e simples no violão serviam de plano de fundo para críticas à sociedade americana, abalada, entre outros fatores, pela guerra do Vietnã.

Foi então que Dylan simplesmente mudou. Em julho de 65, chocou a platéia do Newport Folk Festival quando subiu no palco com uma banda equipada com uma guitarra, um baixo, um órgão, um piano e até uma bateria. O público presente não acreditou na variedade de instrumentos e na altura do som, criando uma confusão enorme que fez com que o compositor saísse do palco após apenas três músicas.


Com isso Dylan se tornou o vilão da folk music. Criticado, vaiado e chamado de "vendido" pelos fãs mais antigos, o que aconteceu foi a explosão da popularidade do cantor através de outros públicos com o álbum que lançaria um mês depois: Highway 61 Revisited.

Highway 61 Revisited é um clássico do blues rock, não da folk music. Aqui os instrumentos são elétricos, as faixas mais trabalhadas e os músicos não se resumem a Bob Dylan. A banda é muito eficiente, com destaque para as guitarras carregadas de blues e para piano e órgão, que se sobresseaem durante todo o play.

As letras são outro ponto interessante. A folk music pregava uma noção de coletividade, onde as letras tratavam de assuntos globais e externos a um único indivíduo. Dylan chuta tudo logo de cara com Like A Rolling Stone, que não fala de um grande problema social, e sim dos problemas de uma pessoa qualquer. Em Highway 61 Revisited ouve-se um Bob Dylan mais introspectivo, deixando de lado assuntos que ele havia abordado em composições como Blowin' In The Wind, por exemplo.

Os destaques ficam para Desolation Row, que mantém uma estrutura próxima da folk music, para a bluezeira faixa-título, para o belo piano em Queen Jane Approximately e para duas das melhores músicas do compositor americano: Ballad of a Thin Man e Like a Rolling Stone.

Highway 61 Revisited é um marco na carreira de Bob Dylan, além do melhor das dezenas de discos do cantor. É considerado pela Rolling Stone o 4 º melhor álbum de todos os tempos, além de que Like a Rolling Stone é, segundo a mesma revista, a canção mais importante da história. Exageros à parte, é um play antológico de uma lenda viva da música mundial. Baixe!

Bob Dylan – Guitarra, gaita, piano, vocais
Mike Bloomfield – Guitarra
Harvey Brooks – Baixo
Bobby Gregg – Bateria
Paul Griffin – Órgão, piano
Al Kooper – Órgão, piano
Sam Lay – Bateria
Charlie McCoy – Guitarra
Frank Owens – Piano
Russ Savakus – Baixo

01. Like a Rolling Stone
02. Tombstone Blues
03. It Takes a Lot to Laugh, It Takes a Train to Cry
04. From a Buick 6
05. Ballad of a Thin Man
06. Queen Jane Approximately
07. Highway 61 Revisited
08. Just Like Tom Thumb's Blues
09. Desolation Row

DOWNLOAD (57,6mb - 160kbps)

Jp

Dylan e Al Kooper em 1965, pouco antes do Newport Festival
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Libellés : # Jp, Bob Dylan

Taking Dawn - Time to Burn [2010]


Devo dizer uma coisa: melhor do que Hard e Heavy, só Hard/Heavy! É realmente admirável quando uma banda acerta a mão nessa mistura. Sendo assim, só me resta aplaudir os norte-americanos do Taking Dawn, que ainda conseguiram outro feito muito difícil. Seu som tem tudo para agradar tanto os fãs mais radicais quanto os ouvintes das rádios Rock – que a gente sabe muito bem que não são lá tão Rock assim. Sendo assim, não estranhem se futuramente eles aparecerem de alguma forma na grande mídia, até porque lá na Obama’s Land os caras estão com suporte de gente grande, como a Roadrunner e a Gibson. Mal servidos, hein?

Dito isso, acho que já está bem claro que é preciso ter certa tolerância para com algumas “mudernidades” ao escutar esse play. Mas nada que assuste, a base é o Rock pesado, movido a guitarras e amplificadores a toda potência. Aliás, isso é uma coisa importante a se destacar: em uma época onde parece que os bons músicos não são mais valorizados, o quarteto mostra-se acima da média em termos de habilidade instrumental. Obviamente, não estou falando de virtuoses, mas são competentíssimos naquilo que se propõem, o que já é uma grande coisa.

Entre as músicas, destaques para a vibrante “Like a Revolution”, a agitada “Take Me Away”, os backing vocals à la Hard de Arena em “Save Me” e as influências de Metal oitentista em “Fight ‘Em With Your Rock”, minha preferida após as primeiras escutadas, junto com a melódica e grudenta “Endlessly”, hit de FM pronto em outros tempos. Para encerrar, um ótimo cover para “The Chain”, do Fleetwood Mac. Um trabalho simples, direto e consistente, pronto para agradar as mais variadas preferências. Não vai mudar a vida de ninguém, mas em uma época em que várias tranqueiras aparecem no grande mercado diariamente, é um alívio ver algo assim exposto à grande mídia e, conseqüentemente, ao grande público. Vale a conferida!

Chris Babbitt (vocals, guitars)
Mikey Cross (guitars)
Andrew Cushing (bass)
Alan Doucette (drums)

01. Time To Burn
02. Like A Revolution
03. Take Me Away
04. So Loud
05. Save Me
06. Close Your Eyes
07. Godless
08. Fight 'Em With Your Rock
09. Never Enough
10. Endlessly
11. The Chain

70 MB
VBR (231~320 kbps)

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