Metallica – Load [1996]

Em estado de êxtase absoluto pós-show ocorrido no último dia 30/01/2010, no Morumbi em Sampa, posto pra vocês o sexto álbum de estúdio da banda, que traz uma capa um tanto curiosa, pois exibe a “obra de arte” criada pelo artista Andrés Serrano, intitulada “Blood and Semem III” (Sangue e Sêmem III), consistindo numa mistura de seu próprio sêmem e sangue bovino em folhas de plexiglass (um tipo de plástico). Disgusting!

Lançado em 04/06/1996, esse álbum vendeu, em média, 6 milhões de cópias na época e figurou entre os Top 20 da Billboard por quatro semanas seguidas. O que era para ser, inicialmente, um CD duplo, foi lançado como um único álbum contendo parte das canções; tendo o restante sido lançada através do CD ReLoad de 1997.

Nesse post não me prolongo falando a respeito do álbum, pois quero dividir com vocês um pouco do que foi o show do último sábado. Após passar um mega perrengue desde minha saída do Rio até o Morumbi, a recompensa veio com o espetáculo que assisti.

Depois da “antipática” campanha iniciada em 2000 contra a pirataria, que os levou a processar o Napster, três instituições educacionais e alguns fãs pela distribuição não-autorizada de músicas, a banda tem se redimido com seus fãs através da mega turnê “World Magnetic Tour”.

Com o público brasileiro não foi diferente. O vocalista James Hetfield agradeceu à família Metallica em São Paulo por estar com a banda nos maus e nos bons momentos e nos dedicou a canção "Broken, Beat & Scarred", do último álbum “Death Magnetic” (2008).

Depois de arrancarem lágrimas dos fãs, literalmente falando, com a execução de “Master of Puppets” do álbum de mesmo nome (1986), Lars Ulrich prometeu que a banda não ficaria mais “11 fucking years” sem voltar ao Brasil.

Após executarem a seqüência final "Nothing Else Matters" e "Enter Sandman" do álbum Metallica (1991), voltaram ao palco para homenagear uma das bandas que os influenciaram, tocando Queen numa levada bem “heavy”. Encerraram o show atendendo ao pedido da galera tocando "Seek & Destroy" do álbum “Kill 'Em All” (1983). Mais perrengue pra voltar pra casa, entretanto, feliz da vida... Valeu a pena!

Baixem logo antes que o link seja descoberto; curtam o CD, divirtam-se e boa semana!

James Hetfield - Guitarra & Vocal
Lars Ulrich – Bateria
Kirk Hammet - Guitarra
Jason Newsted- Baixo

Faixas:
1. Ain't My Bitch
2. 2 X 4
3. The House That Jack Built
4. Until It Sleeps
5. King Nothing
6. Hero of The Day
7. Bleeding Me
8. Cure
9. Poor Twisted Me
10. Wasting by Hate
11. Mama Said
12. Thorn Within
13. Ronnie
14. The Outlaw Torn
72.36 MB

Componentes na turnê World Magnetic:

James Hetfield - Guitarra & Vocal
Lars Ulrich - Bateria
Kirk Hammet – Guitarra
Robert Trujillo – Baixo


LYN

Reckless Love – Speed Princess [2006]

Enquanto o tão aguardado debut do Reckless Love não chega – seu lançamento está previsto para o dia 24 de fevereiro na Finlândia e nos países bálticos via Universal Music – que tal voltar quatro anos no tempo e dar uma conferida neste EP da época mais Sleaze do grupo? Pois bem, o que temos aqui é “Speed Princess”, um compacto de três faixas lançado em 2006 cuja repercussão rendeu ao vocalista Olli Herman o os encargos vocais no Crashdïet, onde virou Olliver Twisted.

A faixa-título abre o trabalho com bumbo duplo nas estrofes e um refrão marcante, daqueles que basta você ouvir uma vez para sair cantarolando por aí. Em seguida, Sleaze puro na pesada “Easy Absolution”, com direito a um show a parte de Olli, que vocifera com uma atitude de dar inveja. O encerramento fica por conta da californiana “Goodnight”, e novamente o quarteto acerta em cheio no quesito sing-along.

Baixe agora mesmo e descubra o porquê de o Reckless Love ser a minha aposta de sucesso em 2010.

01. Speed Princess
02. Easy Absolution
03. Goodnight

Olli Herman – Vocais
Pepe – Guitarra
Jalle Verne – Baixo
Hessu Maxx – Bateria

DOWNLOAD
15,09 MB ~ 192 kbps

мєαиѕтяєєт

Rage - Strings to a Web [2010]


Há poucos dias disponibilizamos o single e já temos o álbum completo por aqui. Strings to a Web é a nova porrada na orelha oferecida pelo Rage, mostrando porque são uma das melhores e mais criativas bandas da cena Power Metal européia. Como já dito no post anterior, é óbvio que Mike Terrana faz falta, afinal de contas é um baterista diferenciado. Mas André Hilgers segura o trator com competência. Os mais detalhistas sentirão falta daquelas viradas monstruosas, mas não é nada que comprometa a parte instrumental. Até porque Victor Smolski é um guitarrista daqueles que contam com um estilo totalmente próprio e Peavey é um compositor de mão cheia.

Para mostrar como vai ser dali pra frente, duas pancadas do mais puro Metal abrem o disco. “The Edge of Darkness” e “Hunter and Prey” mostram a banda em ótima forma, mesclando sua descomunal capacidade técnica com peso e melodia nas medidas certas. A já conhecida “Into the Light” remete aos trabalhos mais recentes. Falando nos últimos lançamentos, temos aqui mais uma composição dividida em várias faixas, a exemplo da “Suite Lingua Mortis”, do álbum Speak of the Dead, de 2006. “Empty Hollow”, a exemplo da anteriormente citada, também conta com a participação de uma orquestra em estúdio – orquestra MESMO, nada de samplers.

Talvez os fãs mais antigos sintam falta da agressividade dos primeiros trabalhos. Mas o Rage do novo milênio segue arrebatando novos seguidores, fazendo um som complexo em termos de execução, mas ao mesmo tempo com passagens de fácil assimilação aos ouvidos do ouvinte comum.

Peter “Peavey” Wagner (bass, vocals)
Victor Smolski (guitars, keyboards)
André Hilgers (drums)

01. The Edge Of Darkness
02. Hunter And Prey
03. Into The Light
04. The Beggars Last Dime
05. Empty Hollow
06. Empty Hollow II: Strings To A Web
07. Empty Hollow III: Fatal Grace
08. Empty Hollow IV: Connected
09. Empty Hollow V: Reprise
10. Saviour Of The Dead
11. Hellgirl
12. Purified
13. Through Ages
14. Tomorrow Never Comes

128 MB
320 kbps

Download